Sexta-feira, Maio 30, 2008

CIDADANIA




Foto: Cêça Marques.

CIDADANIA NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL – Está inscrito no art. 1º da Constituição Federal: “Art. 1º - A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito tem como fundamento: I – a soberania; II – a cidadania; III – a dignidade da pessoa humana; IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; V – o pluralismo político”. Também no art. 205 da Carta Magna em referência, está inscrito: “Art. 205 – A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Com isso, afinal, o que é cidadania mesmo, hem? Além das idéias já apresentadas aqui, encontrei um depoimento que diz assim: ser cidadão é respeitar e participar das decisões da sociedade para melhorar suas vidas e a de outras pessoas. Ser cidadão é nunca se esquecer das pessoas que mais necessitam. A cidadania deve ser divulgada através de instituições de ensino e meios de comunicação para o bem estar e desenvolvimento da nação. A cidadania consiste desde o gesto de não jogar papel na rua, não pichar os muros, respeitar os sinais e placas, respeitar os mais velhos (assim como todas às outras pessoas), não destruir telefones públicos, saber dizer obrigado, desculpe, por favor e bom dia quando necessário... até saber lidar com o abandono e a exclusão das pessoas necessitadas, o direito das crianças carentes e outros grandes problemas que enfrentamos em nosso país. Será? Qual a sua opinião a respeito? Enquanto isso, veja mais esse papo de cidadania .

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Quinta-feira, Maio 29, 2008

PESQUISA



ABRAHAM KAPLAN – A CONDUTA NA PESQUISA: METODOLOHIA PARA AS CINÊNCIAS DO COMPORTAMENTO. – O filósofo naturalizado norte-americano Abraham Kaplan (1918-1993) é autor do livro “A conduta na pesquisa: metodologia para as ciências do comportamento”, abrangendo metodologia, conceitos, medidas, estatística, modelos, teorias, explicações e valores, Na parte dedicada à metodologia aborda a questão da lógica em uso e reconstruída, autonomia científica e lógica, justificação e descoberta da lógica psicológica, a tarefa metodológica por meio de técnicas, titulo honorifico, epistemologia, métodos e mito, método cientifico e suas técnicas, escolas, dilemas, generalidade da ciência e peculiaridade das ciências do comportamento. Nos conceitos ele trata da base empírica abordando empirismo semântico e epistemológico, positivismo lógico, operacionismo, pragmatismo, funções dos conceitos com seus termos, concepções, classificações e teorias, os termos teóricos, a abertura do significado, especificação de significado e conceitos nas ciências do comportamento. Na parte concernente às leis ele trata das funções, identificação, supostos, pressupostos, recursos, presunções, hipóteses, fatos e leis, conteúdo, tipos a s leis nas ciências do comportamento. Na seção atinente ao experimento, ele traz o processo d observação, as funções do experimento, a estrutura do experimento nas ciências do comportamento. Na seção das medidas, aborda função, estrutura e escalas das medidas, validez, medida e linguagem quantitativa. Na seção de estatística trata do papel da estatística, probabilidade e indução, descrição estatística, hipótese e ciências do comportamento. Na parte dos modelos, ele traz a estrutura dos modelos, funções e deficiências nas ciências do comportamento. Na parte das teorias traz o confronto teorias e leis, funções e validação das teorias nas ciências do comportamento. Nas explicações ele traz o modelo padrão, dedutivo, explicação e predição, funções da explicação nas ciências do comportamento. Por fim, na seção dos valores aborda os valores d investigação, a teoria do valor e o futuro das ciências do comportamento.
FONTE: KAPLAN, Abraham. A conduta na pesquisa. São Paulo: EPU/EDUSP, 1975.



HISTÓRIA DE FOTOJORNALISMO - Lançamento do livro Caçadores de Luz: Histórias de Fotojornalismo, dos fotógrafos Alan Marques, Sérgio Marques e Lula Marques. Nesta qQuinta feira, 29 de maio, às 19h30 Bar Monumental, 201 Sul, bloco C loja 33

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Quarta-feira, Maio 28, 2008

JOSÉ HONORIO RODRIGUES



A PESQUISA HISTÓRICA E A TEORIA DA HISTÓRIA DO BRASIL

JOSÉ HONÓRIO RODRIGUES – O professor, historiador e ensaísta carioca José Honório Rodrigues (1913-1987), foi membro da Academia Brasileira de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, da Academia Portuguesa da História, da American Historical Association (EUA), da Royal Academy of History (Inglaterra) e da Sociedade Histórica de Utrech (Países Baixos). É autor, entre outras obras, da Pesquisa Histórica no Brasil abordando a pesquisa histórica, a bibliografoa, o fato histórico, a seleção dos fatos, o julgamento, a evolução da pesquisa pública, os instrumentos do trabalho histórico, fonts da historia moderna e contemporânea, os arquivos e bibliotecas e o Instituto Nacional de Pesquisa Histórica. Outra obra de seu relevante trbalho é a Teoria da Historia do Brasil que compreende uma introdução metodológica que aborda os problemas da historia e as tarefas do historiador, o desenvolvimento da ideia de historia, a filosofia, a priodização, diveros generos de história, a metodologia historica, as fontes, disciplinas auxiliares, a critica historica, autenticidade e forjação, critica da atribuição, critica de textos e a edição de documentos historicos, a critica interna e a compreensão da sintes historica. Além disso, na obra ainda é encontrado como apendice metodo, teoria, historiografia e pesquisa, disciplinas universitarias, o ensino superior e a reforma universitária, Johan Huiziga, Max Weber, Francisco Adolfo Varnhagen, João Capistrano de Abreu, B. F. De Ramiz Galvão, Alexandre Herculano e a carta falsa de Jacinto Guimarães.

FONTES:
RODRIGUES, José Honorio. Teoria da História do Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1969.
______. A pesquisa histórica no Brasil. São Paulo: Companhia Editora Naciuonal, 1969.

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Terça-feira, Maio 27, 2008

ARQUIVISTICA



VANDERLEI BATISTA DOS SANTOS – GESTÃO DE DOCUMENTOS ELETRÔNICOS: UMA VISÃO ARQUIVISTICA. - Vanderlei Batista dos Santos é arquivista, mestre em Ciência da Informação e, atualmente, cursa o doutorado em Ciência da Informação na Universidade de Brasília, na linha de pesquisa Gestão da Informação e do Conhecimento. É componente da Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos do Conselho Nacional de Arquivos e Analista em Documentação e Informação Legislativa da Câmara dos Deputados, onde atua junto ao Grupo Gestor do Programa de Informatização da Atividade Legislativa - Prolegis. Autor do livro "Gestão de documentos eletrônicos: uma visão arquivística", já em sua segunda edição, organizador e um dos autores do livro "Arquivística: temas contemporâneo" e de vários outros artigos técnicos arquivísticos, é docente em cursos de pós-graduação em Ciência da Informação e consultor em projetos de gestão de informação. Sua experiência profissional tem ênfase em Arquivologia, atuando principalmente nos seguintes temas: gestão de informação e documentos (produção, uso, trâmite, avaliação e descarte), documentos digitais e eletrônicos, segurança da informação (planos de prevenção de desastre e de contingências) e marketing em arquivos. A obra GESTÃO DE DOCUMENTOS ELETRÔNICOS: UMA VISÃO ARQUIVISTICA trata do documento eletrônico como um problema arquivistico, buscando definições, documentos tradicionais, documentos eletrônicos, a visão da diplomática, conservação e preservação, avaliação, deterioração e obsolescência de equipamentos e programas, acesso e adulteração de dados, legislação, debate jurídico, legislação brasileira, MP 2200/01, a ICP-Brasil, a certificação digital, o tratamento de documentos nas instituições públicas de arquivo, caso brasileiro, identificação das instituições e do respondente, recursos humanos, tecnologia, computadores, periféricos, redes, programas, uso dos recursos, política de gestão documental, recolhimento, algumas atualizações de pesquisa, conclusões, segurança da informação arquivistica, planos de prevenção de desastres e planos de contigencias, vírus, hackers, crackers, spams, a gestão de documentos digitais, e-mails, gestão arquivitsica, produção e uso, tramitação e arquivamento, avaliação, sigilo da mensagem e garantia legal, sítios web e outros documentos digitais.
FONTE:
SANTOS, Vanderlei Batista dos Santos. Gestão de documentos eletrônicos: uma visão arquivistica. Brasília: ABARQ, 2005.

CURSO ONLINE - Entre os dias 26 de maio e 23 de junho, estarão abertas as inscrições para o curso "Ensino de arte na contemporaneidade: desafio para a cultura e a educação". O curso vai atuar na formação de arte-educadores, fomentando o diálogo em rede e o intercâmbio de experiências entre profissionais. As aulas serão ministradas à distância (via internet) e o período do curso será de 1º de agosto a 28 de novembro. O curso é gratuito e oferece 160 vagas para arte-educadores de todo país vinculados a instituições de ensino públicas e privadas e ao terceiro setor. Inscrições e outras informações: www.duo.inf.br/.

PRÊMIO LEYA - Até 15 de junho A empresa editorial portuguesa Leya lançou um prêmio que dará 100 mil euros ao melhor romance inédito em língua portuguesa. Os romances premiados serão publicados por uma ou mais editoras do grupo e vão ser distribuídos simultaneamente em todos os países que adotam o português como língua oficial. O vencedor do prêmio será anunciado na Feira do Livro de Frankfurt, em outubro. Regulamento e outras informações: www.leya.com/.

ACADEMIA BARRETENSE DE CULTURA – ABC – XIII CONCURSO NACIONAL DE CONTOS – “PRÊMIO JORGE ANDRADE” Inscrições até 30 de junho na Academia Barretense de Cultura – ABC - Rua 4 nº 767 – Bairro Centro - Cep. 14.780-005 – Barretos SP. Info: Cleuris Adalberto Coltri Presidente da ABC

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Segunda-feira, Maio 26, 2008

HISTÓRIA



EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO HISTÓRICO - A história antigamente era historizante, episódica, voltada para o fato histórico e retratava os acontecimentos políticos, diplomáticos, militares e religiosos. Deste período até o início da era cristã as narrativas históricas reproduziam os fatos reais, ficções e prodígios. Os gregos, por meio de Hesíodo, registravam acontecimentos dignos de serem lembrados. Com Heródoto a história era o resultado de pesquisa acerca das guerras entre os gregos e persas, buscando informações acerca da verdadeira história da região. Nascia, então a História Política tradicional que era ligada à memória e utilizada pelos gregos e, posteriormente, pelos romanos. Por outro lado, Roma procurava distinguir a história da lenda por meio de Tito Lívio que acrescentou intenções morais e patrióticas tendo como personagem central o Estado romano.
Na Idade Média ocorreu a dimensão filosófica da história com o triunfo do cristianismo que rompia com a tradição greco-romana e se formando com base nas contribuições orientais resumidas na Bíblia. Do ponto de vista metodológico e da técnica histórica, a Idade Média fica compreendida como um tempo morto ou de regressão em face do obscurantismo que possibilitou a história feita pelos eclesiastas e escribas, sem, no entanto, poder se destacar historiador algum.
Com o Renascimento no séc. XVI nasce o método crítico e as técnicas modernas da história. E com o Humanismo Renascentista nascia a crítica erudita das fontes e negação de lendas, fantasias e milagres.
Do séc. XVI ao XVIII aparecem os historiadores oficiais a serviços de príncipes e repúblicas.
Do séc. XVIII ao XIX aparece a Ilustração e o Romantismo: uma história ainda política feita pelos antiquários que eram os eruditos. Destaque para a escola histórica alemã pela erudição, pela critica documental rigorosa, pela diversidade de fontes e pelo conhecimento filológico.
O século XIX ficou conhecido como o século da história erudita.
Efetuando uma avaliação vê-se que a modernidade se caracteriza pelo paradigma Iluminista ou Moderno, voltado para a base científica e racional baseada no marxismo e na Escola de Annales. É sob este paradigma que nasce a Teoria Modificada do Reflexo com a análise da particularidade–universalidade (objetividade) e singularidade (subjetividade); totalidade e como conseqüência de princípio do materialismo dialético.
Para melhor entendimento é importante ressaltar que a concepção de história de Hegel pressupõe um espírito abstrato ou absoluto desenvolvendo-se de forma tal que a humanidade não é mais do que uma massa que o transporta, consciente ou inconscientemente. Daí Hegel introduzir, dentro da história empírica e exotérica, uma história especulativa, esotérica. Passa-se a entender que a evolução histórica é uma sucessão de fenômenos submetidos a leis. Então, para Hegel, a História é apenas o desenvolvimento do Espírito universal no tempo. A filosofia da história é a história considerada como inteligência, os fatos são tomados tais quais são, e o único pensamento que ela neles introduz é o pensamento de que a razão governa o mundo.
Com o Positivismo surgido em 1870, com Auguste Comte e Stuart Mill, este busca a dinâmica social com a historiografia metódica de base científica, distinguindo a verdade histórica da ficção, e a dicotomia entre ciência e arte. Dá origem à História das Idéias.
Outra vertente surge com o marxismo que se direciona ao problema hegeliano de explicar a origem do estado social buscando na economia política a anatomia da sociedade civil, identificando a causa fundamental de toda evolução social na luta que o homem trava com a natureza para assegurar sua própria existência. Para Marx as relações de produção determinam todas as outras relações que existem entre os homens na sua vida social. A partir daí o marxismo ocidental inaugurou a História Nova desenvolvido por Gramisc, Lukács e escola de Frankfurt. No Brasil seu maior represnetante foi Nelson Werneck Sodré.
Com a Escola de Annales influenciada por Durkheim, pelo marxismo, estruturalismo e quantitativismo, a história se volta para uma postura social e econômica, passando o seu estudo a ser a interpretação do homem no tempo: documento, fato histórico e tempo. Esta escola busca desvencilhar a historiografia de identidades abstratas, preferindo voltar-se para a história os seres vivos, concretos e à trama de seu cotidiano.
O paradigma Pós-Moderno ocorre sob o simbólico-realista com a Nova História de relativismo extremo.
A partir daí convem repassar as várias nomenclaturas para a histórica como econômica, social, dentre outras. A História Econômica que é mais conhecida como Escola Histórica Francesa, trazia sofisticados modelos matemáticos para explicar tudo. A História Social nasce como uma história-problema, aliada nas ciências humanas e debatendo o papel da ação humana na história. No Brasil seu principal representante foi Florestan Fernandes. A História das Mentalidades tem uma visão antropológica oriunda da Escola de Annales. A Histórica Cultural é a Nova História estudando as manifestações oficiais ou formais da cultura de determinada sociedade. No Brasil foi desenvolvida por Gilberto Freire e Sérgio Buarque de Holanda. A História Agrária surge no Séc. XX no Rio de Janeiro por meio da geografia humana sob a ótica da agricultura: terra, homem e técnica. Voltada para a história regional econômica e social, ou seja, para o processo produtivo agrícola. A História Urbana nasce em 1864 com Max Weber e é voltada para a urbe, metrópole e vida urbana. História das Paisagens surge a partir de Darwin em 1859, reunindo a geografia humana e a história agrária, com relação homem/natureza e a ecologia humana. A História Empresarial surge com Say e Schumpeter numa revisão da teoria da dependência, acesso à documentação e revalorização da microeconomia. A História da Família parte da demografia história com a reconstituição dinâmica populacional, envolvendo temas como fertilidade, comportamento sexual e família como uma unidade de produção do consumo. Dá-se em 1950 no Brasil. A História do Cotidiano e da Vida Privada envolvendo os detentores do poder e os excluídos da história numa invenção do cotidiano por meio de uma antropologia histórica. A História das Mulheres nasce por força das campanhas feministas, de gênero, da família, maternidade, gestos, sentimentos, sexualidade, ação e luta e trabalho. A História da Sexualidade que tem em Foucault a observação dos costumes, do sexo e da repressão. A História da Etnia sob a observância da dominação e escravidão, descoberta da humanidade do outro, ser o que se é e as concepções etnocêntricas. A História das Religiões no contexto de progressiva dessacralização iniciada no séc. XVI, envolvendo cronologia, manifestações religiosas, doutrinas eclesiásticas, crenças e mentalidades e hibridismos sociais.

BIBLIOGRAFIA:
BLOCH, Marc. Apoogia da história. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
BRAUDEL, Fernand. Uma lição de história. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1989.
______. Escritos sobre a história. São Paulo: Perspectiva, 1992.
CARDOSO, Ciro Flamarion/ BRIGNOLI, Héctor Pérez. Os métodos da história. Rio de Janeiro: Graal, 2002.
CAROSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da história. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
CASTRO, Ubiratan. Introdução ao estudo da história. Salvador: UFBA, 1988.
FÉLUX, Loiva Otero. História e memória: a problemática da pesquisa. Passo Fundo: EDUPF, 1998.
GARDINER, Patrick. Reorias da História. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1964.
GUAZELLI, César Augusto Barcellos et al (Orgs). Quesotes de teoria e metodología da História. Porto Alegre: Universidade/UFRGS, 2000.
HELLER, Agnes. Uma teoria da história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1981.
HOBSBAWM, Eric. Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
HUGHES-WARRINGTON, Marnie. 50 grandes pensadores da História. São Paulo: Contexto, 2002.
LE GOLF, Jacques; NORA, Pierre. Fazer História. Amadora: Bertran, 1977.
PLEKHANOV, G. A concepção materialista da História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.
VIEIRA, Maria do Pilar; PEIXOTO, Maria do Rosário; KHOUURY, Yara Maria. A pesquisa em história. São Paulo: Atica, 1999.
WHITROW, G. J. O tempo na história: concepções da pré-história aos nossos dias. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.

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Sexta-feira, Maio 23, 2008

EXERCÍCIO DA CIDADANIA

por Luiz Alberto Machado, às 6:45 AM



Quinta-feira, Maio 22, 2008

HISTÓRIA



JEAN GLÉNISSON – INICIAÇÃO AOS ESTUDOS HISTÓRICOS - Obra que traz na primeira parte as noções gerais acerca do conteúdo do termo História e a sua relação com o tempo e o meio geográfico. Na segunda parte passa para o domínio da erudição e da crítica, abordando a erudição e as ciências auxiliares da história, as técnicas modernas, a cronologia, paleografia, o objeto intelectual da pesquisa, o fato histórico, o objeto material da pesquisa, o documento e a crítica dos testemunhos. Na terceira parte passa para o domínio da interpretação abordando a história em perpetua gestação, a liberdade do historiador, a sociedade e individuo, o determinismo, a concepção cristã, a resposta do marxismo e a nova história. Traz ainda um esboço da historiografia brasileira dos séc. XIX e XX e algumas tendências da historiografia contemporânea.

FONTE:
GLÊNISSON, Jean. Iniciação aos estudos históricos. Rio de Janeiro/São Paulo: Diofel,1977.

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Quarta-feira, Maio 21, 2008

HANNAH ARENDT



HANNAH ARENDT – ENTRE O PASSADO E O FUTURO - A filosofa, pensadora da liberdade e teórica política alemã Hannah Arendt (1906-1973) abarcou temas sobre política, autoridade, totalitarismo, educação, condição laboral, violência e a condição da mulher. A sua obra é fundamental para entender e refletir sobre os tempos atuais, dilacerados por guerras localizadas e nacionalismos. Ela foi aluna do filósofo Heidegger - com quem teve um relacionamento amoroso - na universidade alemã de Marburgo, e formou-se em filosofia em Heidelberg. Quando o nacional-socialismo de Hitler subiu ao poder, em 1933, ela saiu da Alemanha e foi para Paris, a capital francesa, onde entrou em contato com intelectuais como o escritor Walter Benjamin. Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o governo francês de Vichy colaborou com os invasores alemães e, por ser judia, Hannah foi enviada a um campo de concentração, em Gurs, como "estrangeira suspeita". Porém, conseguiu escapar e aportou em Nova York, em maio de 1941. Exilada, ficou sem direitos políticos até 1951, quando conseguiu a cidadania norte-americana. Ela se tornou a teórica do inconformismo, defendendo os direitos dos trabalhadores, a desobediência civil e atuou contra a Guerra do Vietnã (1961-1975). A sua obra “Entre o passado e o futuro” aborda questões conceituais de História, na ótica antiga e moderna, questionando autoridade, liberdade, crise na educação, crise na cultura e sua importância social e política, verdade e política, e a conquista do espaço e a estatura humana.

FONTE:
ARENDT, Hannah. Entre o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva, 2005.

FULGURAÇÃO DE PARCERIAS TEXTUAIS - Ressonâncias do Decadentismo na Belle Époque Brasileira - 4º Colóquio Estéticas de Fim-de-Século 9º Colóquio 17 A 19 DE JUNHO DE 2008 AUDITÓRIO DA FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL RIO DE JANEIRO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL CNPq

CURSOS: Formação de Profissionais em Administração Financeira-Contábil Objetivos:Apresentar o papel da Administração Financeira no âmbito da empresa; Identificar os fluxos de recursos que ocorrem dentro da empresa; Diferenciar as decisões financeiras de curto e longo prazo; Diagnosticar problemas na gestão do capital de giro; Identificar as técnicas de apoio à tomada de decisões de investimento. Contabilidade Básica – 24/05 a 07/06/08 – 12h. Análise das Demonstrações Financeiras – 14 a 28/06/08 – 12h. Administração Financeira Orçamentária – 05 a 19/07/08 – 12h. Orçamento e Gestão do Fluxo de Caixa – 26/07 a 09/08/08 – 12h. Administração de Custos – 16 a 30/08/08 – 12h. Departamento Fiscal – 06 a 27/09/08 – 16h. Matemática Financeira com HP12C – 04 a 18/10/08 – 12h. Departamento de Pessoal – 25/10 a 29/11/08 – 20h. Curso Prático de Cálculos Trabalhistas e Previdenciários – 06/12/08 a 03/01/09 – 20h. Instrutor: David Silvestry Correia da Silva Técnico Contábil – Curso de Bacharelado em Ciências Contábeis – Pesquisador Cientifico – Estatístico Contábil – Analista de Balanço – Facilitador de Cursos na Área Financeira, Administrativa e contábil – Gestor Responsável Técnico em diversas empresas do seguimento Administrativo Contábil. Analista Contábil do GRUPO SCHINCARIOL; Contabilista da Conta - Gil Contabilidade; Instrutor da MICROLINS e INSTITUTO ADVANCE. Período: 24/05/08 a 03/01/09 – Aos Sábados. Horário: 08 às 12h. Carga Horária: 128 horas. Número máximo de pessoas em sala de aula – 15 (quinze).Rua Coronel Lima Rocha 935, Sala 110, Pinheiro. Empresarial Hellus - Maceió/AL CEP: 57055-400 - E-mail: contato@advancerh.com.br – Site: www.advancerh.com.br Fones: (82) 3338 – 3122 / 3241 – 3675.

SEMINÁRIO - I Seminário Imagem e Pensamento promovido em parceria entre o Sesc Campinas, o Grupo de Reflexão Imagem e Pensamento e a Pós-graduação em Multimeios/Unicamp. O Seminário acontece do dia 28 ao dia 30 de maio e contempla em sua programação apresentações teóricas e práticas na área de Fotografia e Cinema.Info> Isabela Lyrio http://www.flickr.com/photos/isabelalyrio & http://www.punctum-foto.com & http://punctum-foto.blogspot.com/

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Terça-feira, Maio 20, 2008

DOMÍNIOS DA HISTÓRIA



DOMÍNIOS DA HISTÓRIA - O livro “Domínios da História” organizado por Ciro Flamarion e Ronaldo Vainfas, reúne uma série de intelectuais, a exemplo de Ana Maria Mauad, Magali ngel, Maria Yedda Linhares, Mary Del Priore, Rachel Soihet, Ronaldo Raminelli, Sheila Castro Faria, Luciano Figueiredo, Manolo Florentino, Hebe Castro, Jacqueline Hermann, João Fragoso, Edgard Ferreira Neto, Eulália Lobo, Francisco Carlos T. Silva, Francisco Falcon e Virginia Fontes, abordando temas acerca dos territórios do historiador, paradigmas rivais, áreas, fronteiras, dilemas acerca da historia econômica, social, poder, idéias, mentalidades e cultura, envolvendo, ainda, a história agrária, urbana, das paisagens, empresarial, da família, demografia histórica, do cotidiano e da vida privada, das mulheres, da sexualidade, etnia, das religiões e religiosidades, os modelos, análise de textos, imagem como exemplos da fotografia e cinema, informática e os descaminhos da história.

FONTE:
CAROSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da história. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

EDITAL TANGOLOMANGO 2008 – Já está disponível o edital para participar do Tangolomango - 7º Festival de Diversidade Cultural - que acontece esse ano nos meses de agosto, setembro e novembro em Fortaleza, Salvador e Rio de Janeiro. O edital está no site www.tangolomango.com.br As inscrições devem ser feitas até o dia 10 de junho e os respectivos documentos devem ser enviados para a Rua Conde Lages, 44 Sala 307, Glória - CEP: 20241-040 - Rio de Janeiro. O projeto foi coordenado e finalizado pela cineasta Luciana Bezerra, do Núcleo de Cinema do Grupo Nós do Morro. Veja mais no site www.tangolomango.com.br

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Segunda-feira, Maio 19, 2008

OS MÉTODOS DA HISTÓRIA



OS MÉTODOS DA HISTÓRIA - A obra “Os métodos da História" escrita por Ciro Flamarion Cardoso e Héctor Pérez Brignoli, aborda a evolução recente da ciência histórica a partir do caminho percorrido pela história linear dos fatos singolares à história das estruturas, as linhas d força da evolução recente, a história quantificada e suas correntes e a ciência histórica no presente. Em seguida trata da evolução recente a partir dos limites da quantificação e da econometria retrospectiva, dos limites entre historia econômica e historia total, os historiadores e as estruturas e a metodologia e dependência cultural. Logo após versa sobre Marxismo e história no século XX, a partir da concepção marxista da história da década de 20 até o momento presente, a influencia do marxismo no pensamento histórico contemporâneo e em relação à história da América Latina. Depoos traz a história demográfica considerando a demografia européia do ancien regime e latino-americana, a exploração dos registros paroquiais e das listas nominativas de habitantes e documentos análogos. Daí vem a problemática da história econômica da América Latina, as generalidades, a época colonial, os séc. XIX e XX. A partir dessa abordagem traz os conceitos, métodos e técnicas da história econômica, o vocabulário básico, as flutuações econômicas, a quantificação estatística em História com emprego da amostragem e história das empresa. Depois traz a história social, os sentidos dessa expressão, os dados econômicos, estrutura social e estratificação, movimentos e lutas sociais e as mentalidades coletivas. Em seguida, o método comparativo na História, a definição,importância e vantagens. Armadilhas e perigos na aplicação do método, precauções necessárias, as formas e os resultados da aplicação do método comparativo. Por fim, vem o problema da síntese na história, a colocação da questão, alguns problemas de método e epistemologia, a resposta marxista, o materialismo histórico, a escola francesa conhecida como escola dos Annales. Traz anexo a organização e realização de uma pesquisa histórica, vocabulário estatístico basco, a contabilidade das empresas, o uso da computação, os modelos econometricos, o somatório de quadrados e tabela de números fortuitos.

FONTE:
CARDOSO, Ciro Flamarion/ BRIGNOLI, Héctor Pérez. Os métodos da história. Rio de Janeiro: Graal, 2002.

NOBODY KHOWS AND THE RESONANT GESTURE ON SCREEN - O Fórum de Ciência e Cultura, a Escola de Comunicação e o Programa de Pós-Comunicação da UFRJ estão promovendo a palestra da Professora Linda Erlich, do Case Western Reserve University, intitulada "`Nobody Knows' and and the Resonant Gesture on Screen", no Auditório do Centro de Produção Multimídia (CPM) de Escola de Comunicação da UFRj, no dia 20 de maio (terça-feira), das 15 às 16:30. A palestra será feita em inglês sem tradução e haverá exibição de trechos dos filmes discutidos. A entrada para a palestra é gratuita. Linda Ehrlich é Escritora é Professor Associada de Japonês, Literatura Mundial e Cinema da Case Western Reserve University, co-editora de Cinematic Landscapes (University of Texas Press, 1994; Segunda edição 2000), antologia de artigos sobre a interface entre artes visuais e os cinema da China e do Japão, e autora de An Open Window: The Cinema of Víctor Erice (2007). Ela concluiu outros dois ivros que ainda não foram publicados : A Particular Slant of Light (prosa poética sobre paisagem e filme), Like Sculpture to the Blind (livros de poemas). No momento, ela está escrevendo uma nova coletânea de ensaios intitulada Stillness In Motion. Endereço: Auditório da COM Em frente à Escola de Comunicação da UFRJ Av. Pasteur, 250 - Urca – Rio de Janeiro (esquina com Av. Venceslau Brás) Mais detalhes sobre a programação podem ser encontrados no link: http://www.forum.ufrj.br.ou no fone: 2295-1595 / Ramais: 109, 113 e 117. Beatriz Resende, Coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ Ivana Bentes, Diretora da Escola de Comunicação da UFRJ Micael Herschmann, Coordenador do Programa de Pós-Graduação da UFRJ Denilson Lopes, Superintendente de Difusão Cultural do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ

BB 2009 - O Banco do Brasil abre inscrições para sua programação cultural 2009. Os projetos selecionados irão compor a programação dos Centros Culturais do Banco do Brasil no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, e também do Centro Cultural Banco do Brasil Itinerante. As inscrições para projetos seguem até 12 de junho e estão abertas a pessoas físicas e jurídicas de qualquer nacionalidade e região do Brasil. As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, pela página web www.bb.com.br/cultura/

INTERCOM NORDESTE - A organização do X Congresso de Ciências da Comunicação da Região Nordeste (Intercom Nordeste 2008), que acontece de 12 a 14 de junho, em São Luís (MA), prorrogou o prazo de inscrições para os interessados em participar como ouvintes do Intercom Nordeste. Com o tema "Mídia, Ecologia e Sociedade", o encontro traz exposições de pesquisas realizadas por estudantes e pesquisadores das áreas de comunicação de todas as escolas do país. O evento também vai oferecer oficinas, a fim de democratizar as experiências. Inscrições e outras informações: www.intercomnordeste.com.br/.

V FOLKCOM A Universidade Estadual da Paraíba realiza entre os dias 5 e 7 de junho, em Campina Grande, o seminário Festejos Juninos no Contexto da Folkcomunicação e da Cultura Popular. Este ano o tema central é Urbanização, Estado e Mídia na Reinvenção das Festas Populares. O objetivo do evento é possibilitar uma discussão sobre os fatores que estão contribuindo para as mudanças nas festas populares na atualidade, especialmente, àquelas relacionadas com o período junino. Palestras, mesas redondas, apresentações de trabalhos científicos, mostra de vídeos e oficinas compõem a programação. As inscrições seguem até 1º de junho. Outras informações: folkcom2008@gmail.com/.

LINGUAGENS 2008 - Seguem até o dia 4 de junho, as inscrições aos interessados em integrar o livro Linguagens 2008. A publicação, que está em sua segunda edição, tem por objetivo mapear a produção fotográfica local. O lançamento, tal como no ano anterior, acontece durante abertura da 2ª Semana de Fotografia do Recife, entre os dias 31 de agosto e 7 de setembro. Outras informações: www.recife.pe.gov.br/.

OFICINA DE QUADRINHOS - As inscrições para o Curso Autoral de Quadrinhos já estão abertas. Voltada a jovens artistas interessados na apropriação da mídia dos quadrinhos, cada participante deverá desenvolver sua própia linguagem gráfica de contar histórias. As inscrições são realizadas mediante carta de intenção e curriculum resumido entregues no Centro de Formaçãoem Artes Visuais (CFAV). O curso acontece de 7 de junho a 2 de agosto, aos sábados. Outras informações: cfavartesvisuais@gmail.com

CINEME-SE 2008 Tem início em Santos (SP), no próximo dia 27, a 4ª edição do Cineme-se - Festival de Experiências do Cinema. Serão exibidos mais de 120 curtas e três longas-metragens com diferentes olhares do Brasil. A linguagem das cores no audiovisual é o tema das intervenções e oficinas. As novidades do Festival para este ano são a Sessão Sem Olhar, que exibe curtas com audiodescrição e sinestesia para deficientes visuais; Sessão da Meia Noite, sobre o universo erótico e underground do cinema, com bate-papo sobre cores e erotismo; e a Sessão Buena Vista, com apresentação musical de trilhas sonoras ao vivo, acompanhadas por cenas dos filmes de origem. Programação completa e outras informações: http://cineme-se.blogspot.com/.

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Sexta-feira, Maio 16, 2008

CIDADANIA: UM DEBATE



Foto: Cêça Marques.

CIDADANIA

Luiz Alberto Machado

Nas minhas andanças envolvendo professores e alunos dos ensinos Fundamental, Médio, Profissional e Superior, tenho levado a minha palestra acerca da temática “Cidadania”.
Conforme mencionado no texto anterior, o conceito de cidadania é bastante abrangente, uma vez que é preciso reunir uma série de condições para que seja apreendido o seu verdadeiro significado.
O primeiro ingrediente para a fundamentação conceitual da cidadania são os direitos civis. E quais são esses direitos? Os direitos civis são aqueles direitos que surgiram no séc. XVIII e estão elencados no art. 5º da Constituição Federal vigente. São conhecidos como direitos individuais por serem inerentes ao homem e implicam nas limitações impostas pela soberania popular aos poderes constituídos para resguardar direitos indispensáveis à pessoa humana. Tais direitos podem ser entendidos como aqueles da expressão da vontade humana, igualdade perante a lei, liberdade de opinião e pensamento, proteção à liberdade e a proteção à propriedade, inviolabilidade do domicílio, proibição de prisão sem culpa formada e na exigência de motivação judicial da prisão, liberdade de união, inviolabilidade de correspondência, amplitude da liberdade de imprensa, petição de direito e a principal deles que é o habeas corpus, dentre outros. Vale ressaltar, portanto, que muitos destes direitos são descumpridos e violados pelo Estado.
O segundo ingrediente são os direitos sociais que são aqueles proporcionados pelo Estado nas situações sociais buscando a isonomia proposta pelo direito civil e estão elencados do art. 6º até o 11º da Constituição Federal vigente, e são relativos à educação, saúde, trabalho, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e a infância e a assistência aos desamparados, dentre outros direitos. Estes são fundamentos para o gozo dos direitos individuais, e criam as condições para a obtenção da igualdade de fato, garantindo o exercício efetivo da liberdade para a generalidade das pessoas, sem prejuízo de um em benefício de outro. Assim sendo, os direitos sociais contemplam as relações de consumo do cidadão, a seguridade social e a saúde, a educação e cultura, a moradia, o lazer e meio ambiente, a proteção à maternidade e a infância, os direitos individuais do trabalhador e a garantia do emprego, salário, repouso, inatividade e proteção ao trabalhador com participação nos lucros e co-gestão, liberdade de associação ou liberdade sindical, direito de greve, direito de substituição processual, direito de participação laboral, direito de representação na empresa, dentre outros.
Outro ingrediente são os direitos políticos que são os direitos elencados no art. 14º da Consituição Federal vigente e que tomam relevância por causa da recente e difundida discussão sobre os Direitos Humanos, devido à incomensurável importância destes no exercício da democracia. Tais direitos contemplam a capacidade eleitoral ativa, ou seja, o direito de voto, sendo, pois, as formas adotadas para realização da soberania popular. São eles os direitos de participação popular no Poder do Estado, que resguardam a vontade manifestada individualmente por cada eleitor e, portanto, são dependentes de outros direitos fundamentais da pessoa humana, a exemplo do direito social à educação, dos Direitos Econômicos, dentre outros. Também se destacam entre os direitos políticos o sufrágio que é o voto e a capacidade de votar e sr votado, o plebiscito,o referendo, a iniciativa popular e a reeleição.
Quando o sujeito se torna cônscio destes direitos, revestido pela ação de solidariedade e alteridade, se manifesta em sua plenitude o exercício da cidadania.
Mediante o exposto, é possível considerar que ser cidadão é atuar de forma consciente respeitando e participando das decisões promovidas pela sociedade, visando sempre melhorar a vida individual e coletiva. Esta ação legitima o exercício da cidadania que vai além das normatizações e doutrinas, inserindo-se sociologicamente entre os seres e a coletividade para alcançar a vida de todos os seres humanos plenamente.

FONTES:
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
DINIZ, Maria Helena, Dicionário Jurídico, São Paulo: Saraiva, 1998
FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Curso de direito constitucional. São Paulo: Saraiva, 1989.
GONÇALVES, Carlos Roberto, Sinopses Jurídicas – Direito das Obrigações – Parte Especial – vol. 06, São Paulo: Saraiva, 2000
HORTA, Raul Machado. Estudos de direito constitucional. B.H: Del Rey, 1995.
MAGALHÃES, José Luiz Quadros de. Direitos humanos na ordem jurídica interna. Belo Horizonte: Interlivros, 1992.
MAGALHÃES, José Luiz Quadros de. Direitos humanos: evolução histórica, Revista Brasileira de Estudos Políticos, p. 93, 1992.
MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. São Paulo, Atlas, 2001.
SALGADO, Joaquim Carlos; Os direitos fundamentais. Revista Brasileira de Estudos Políticos. Imprensa Universitária, 1996. n.2.
SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. São Paulo: Malheiros, 1997.
________. Curso de Direito Constitucional. São Paulo, Malheiros, 1998.
WALD, Arnaldo, Obrigações e Contratos - Curso de Direito Civil Brasileiro, São Paulo: RT, 1998

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Quinta-feira, Maio 15, 2008

ADMINISTRAÇÃO



IDALBERTO CHIAVENATO – PRINCIPIOS DA ADMINISTRAÇÃO & ADMINISTRAÇÃO GERAL E PÚBLICA

O administrador de empresas e de recursos humanos Idalberto Chiavenato é graduado em Filosofia/Pedagogia, com especialização em Psicologia Educacional pela USP, em Direito pela Universidade Mackenzie e pós-graduado em Administração de Empresas pela EAESP-FGV. É mestre (MBA) e Doutor (Ph.D.) em Administração pela City University of Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos. Foi professor da EAESP-FGV, como também de várias universidades no exterior, e consultor de empresas. Sua extensa bibliografia abrange mais de vinte livros de grande destaque no mercado, além de uma infinidade de artigos em revistas especializadas. Entre as suas obras está “Princíos da administração: o essencial em teoria geral da administração”, onde efetua uma introdução geral abordando a administração e suas perspectivas delineando o papel da administração, depois trata acerca dos primórdios da administração considerando so antecedentes históricos e preparando as condições para a moderna empresa. Na abordagem clássica ele traz a administaão cientifica arrumando o chão da fábrica e a teoria classica organizando a empresa. Em seguida trata da abordagem humanistica a partir da teoria das relações humanas humanizando a empresa. Na abordagem neoclássica aborda a teoria neoclássica definindo o papel do administrador e as decorrêncioas com tipos de organização e departamentalização dando forma à empresa e componto as unidades da empresa. Na abordagem estruturalista trata do modelo burocrático de organização em busca do ideal e a teoria estruturalista ampliando os horizontes da organização. Na abordagem comportamental, aborda a teoria dinamizando a empresa através das pessoas e a teoria do desenvolvimento organizacional – DO, empreendendo a mudança e a renovação empresarial. Na abordagem sistêmica trata da tecnologia da informação e administração criando a infra-estrutura da empresa, a Teoria Matemática racionalizando as decisões e a Teoria de Sistemas ampliando as fronteiras da empresa. Na abordagem contingencial aborda a teoria em busca da flexibilidade e agilidade e a estratégia organizacional alinhando para competir. Por fim, traz as novas abordagens e para onde vai a TGA em busca da competitividade.
Uma outra das obras é “Administração geral e pública: teoria e mais d 500 questões com gabarito”, onde ele efetua abordagens da administração clássica, humanistica, neoclássica, estruturalista, comportamental sistêmica e contingencial. Em seguida trata acerca da evolução da administração pública no Brasil e no mundo, abordando o sistema patrimonialista, burocratico e o paradigma pós-burocratico tratando da evolução e reforma do Estado, as formas de administração pública, o aparelho do Estado e as formas de propriedade. Na gestão de pessoas ele trata acerca de liderança, avaliação de desempenho, treinamento e desenvolvimento, recompensas e punições, recrutamento e seleção, gestão de conflitos, gestão de competências, gestão do conhecimento e capital intelectual, consonância e dissonância, recursos humanos na administração pública. No que concerne ao comportamento organizacional ele traz além deste as novas abordagens da administração na busca pela excelência, a era da informação, mudança e incerteza, as soluções emergentes, o planejhamento, organziação, direção, controle, implementação de organizações sociais, agencias executivas, planejamento e efetividade, contrato de gestão, autonomia e controle, agencias reguladoras, organizações da administação publiuca, normas gerias sobre licitações, contratos administrativos, dentre outras.

FONTE:
CHIAVENATO, Idalberto. Administração geral e pública. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
______. Principios a administração. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.

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por Luiz Alberto Machado, às 5:29 AM



Quarta-feira, Maio 14, 2008

AGENDA EVENTOS



AMYR KLINK – Palestra RELATOS DE EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS [AVENTURAS E VIAGENS] com Amyr Klink Dia: 19 de maio Horário: das 16h às 18h PALESTRA GRATUITA Amyr Klink é diretor da Amyr Klink Planejamento e Pesquisa Ltda. e da Amyr Klink Projetos Especiais Ltda, é sócio-fundador do Museu Nacional do Mar, em SC e da Revista Horizonte Geográfico. Também é membro da Royal Geographical Society e Assessor de Expedições da Revista National Geographic Brasil. Comandante da embarcação, Amyr Klink realizou diversos projetos entre eles em o “Antártica 360” - uma volta ao mundo pelo trecho mais difícil de ser realizada: a circunavegação em torno do continente gelado e o projeto Viagem à China, que prevê a volta ao mundo por uma rota nunca antes percorrida, no Círculo Polar Escreveu vários livres de suas experiências como Paraty e Mar sem Fim Recebeu vários prêmios por suas expedições, por seu site. Veja mais: www.amyrklink.com.br. Informações: info@escolasaopaulo.org

CURSOS: 17 de Maio de 2008 (Sábado) Jornalismo Cultural - Horário: 08h00 às 11h00 Comunicação Corporativa - Horário: 11h30 às 14h30 Webwritting - Horário: 15h00 às 18h00 Local = Rua Voluntários da Pátria, nº. 1.804/Sobreloja, Santana, Zona Norte, São Paulo - SP. Informações = (21) 2578-4304 // (21) 3507-3555 // (21) 9132-5360 www.assessoriadeimprensa.net Info: contato@assessoriadeimprensa.net

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por Luiz Alberto Machado, às 5:28 AM



Terça-feira, Maio 13, 2008

PROJETO DE PESQUISA



ANTONIO CARLOS GIL – COMO ELABORAR PROJETOS DE PESQUISA

A obra “Como elaborar projetos de pesquisa” de Antonio Carlos Gil é dividida em 14 partes. A primeira, como encaminhar uma pesquisa aborda a questão o que é a pesquisa, por que se faz, o que é necessário, as qualidades pessoais do pesquisados, recursos humanos, materiais e financeiros, por que elaborar um projeto de pesquisa, os elementos e esquematizações. Na segunda parta fala da formulação de um problema de pesquisa, complexidade da questão, o problema deve ser formulado como pergunta, deve ser claro e preciso, empírico, suscetível de solução e delimitado por uma dimensão viável. Na terceira parte vem a construção das hipóteses, sua definição, casuísmos, freqüência de acontecimentos, relação de associação entre variáveis, relação de dependência entre duas ou mais variáveis, como chegar a ela, as caracteristicas da hipótese aplicável e as necessárias em todas as pesquisas. Em seguida aborda a classificação das pesquisas com base nos objetivos, nos procedimentos técnicos utilizados, pesquisa bibliográfica, fontes, classificação das fontes, livros de leitura corrente, livros de referência, publicações periódicas, vantagens e limitações da pesquisa bibliográfica, pesquisa documental, conceituação, fontes documentais, pesquisa experimental, levantamentos, estudo d caso, pesquisa-ação e pesquisa participante. Logo após aborda como delinear uma pesquisa bibliográfica, suas fases, determinação dos objetivos, plano de trabalho, identificação das fontes, leitura do material, diversidade de tipos de leitura, leitura exploratória, seletiva, analítica, interpretativa, tomada de apontamentos, confecção de fichas, referencias bibliográficas, relação do trabalho, conteúdo do relatório, estilo e aspectos gráficos. Depois vem como delinear uma pesquisa documental, tratamento dos dados e obtenção do material. Em seguida, o levantamento, a pesquisa experimental, a pesquisa ex-post-facto, o estudo de caso, a pesquisa-ação, participante, calculo do tempo e custo do projeto e a redação do projeto de pesquisa.

FONTE:
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1996.

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por Luiz Alberto Machado, às 5:37 AM



Segunda-feira, Maio 12, 2008

METODOLOGIA CIENTÍFICA



PEDRO DEMO – METODOLOGIA CIENTÍFICA EM CIÊNCIAS SOCIAIS

O educador e escritor Pedro Demo é professor da UnB, pós-doutor em Educação pela UCLA, Los Angeles e autor de uma extensa obra voltada para a educação e ciências sociais. Entre as suas obras está o livro “Metodologia científica em ciências sociais”, obra dividida em 10 partes, a primeira Demarcação cientifica envolvendo os critérios de cientificidade, qualidade formal e política, objeto construído, ciência como fenômeno processual e critica e utopia. Em seguida, O argumento de autoridade envolvendo autoridade e verdade, a intersubjetividade sob o ponto de vista da posição de perito e atribuição de prestígio, dificuldades do pluralismo, um elogio ao erro e mito do porto seguro. Logo após Pesquisa Metodológica envolvendo as potencialidades e limites da metodologia como pesquisa, a criatividade socializada e antimetodologia. A Neutralidade cientifica aborda os problemas gerais e distinções acerca de fato e valor, meio e fim, realidade e ideologia, posicionamentos acerca da neutralidade esperta ou ingênua, ativismos baratos e posição histórico-estrutural. Depois trata acerca da dialética sob processualidade de estruturas históricas abordando categorias básicas como pressuposto do conflito social, a totalidade dialética, condições objetivas e subjetivas, unidade de contrários, teoria e prática, envolvendo ainda dialética e estrutura com um dialogo com Marx da dialética total à não antagônica, a marxista ortodoxa e história e, enfim, os problemas e perguntas envolvendo banalizações, problemas da contradição dialética, critica sem pratica e o que é revolução. Na parte voltada para base empírica de pesquisa social, vêm as questões acerca do empirismo e do positivismo, tratando a partir do empírico como critério de cientificidade, a base empírica em Popper, as considerações críticas acerca das regras do fenomenalismo, nominalismo e neutralidade científica, a crença na unidade do método, Popper e Alberto, positivismo arejado, experimento e operacionalização. Na questão acerca do estruturalismo trata da formalização metodológica extrema abordando privilégio metodológico da invariante, pressupostos ontológicos, concepção específica de ciência, construção de modelos como método, o problema da história e a formalização metodológica. Numa abordagem sistêmica e funcionalista trata da visão dinâmica dentro do sistema, abordando o ponto de vista do sistema, o fenômeno cibernético, esperança na unidade das ciências, acentuação do aspecto relacional, circularidade sistêmica, aplicação á política, elementos do funcionalismo de Parsons com a visão sobre sistema social e personalidade, esquema básico e traços metodológicos. No caso das metodologias alternativas, apresenta algumas pistas introdutórias abordando a pesquisa participante, os pontos de partida, os traços da pesquisa participante, avaliação qualitativa, hermenêutica, fenomenologia e outros saberes até os limites.

FONTE:
DEMO, Pedro. Metodologia cientifica em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1995.

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por Luiz Alberto Machado, às 4:58 AM



Sexta-feira, Maio 09, 2008

CIDADANIA



CIDADANIA: UMA PALESTRA

Luiz Alberto Machado

Tenho sido constantemente convidado para realizar palestras sobre Cidadania nas escolas. E quando chego lá, deparo com a seguinte pergunta: por que precisamos abordar a cidadania? Esta uma indagação dos alunos, ao que respondo, em primeiro lugar, pelo fato do brasileiro passar a existir, de verdade, após a promulgação da Constituição Federal em 1988. Por esta razão ela é comumente chamada de Carta Cidadã por trazer entre as usas previsões que a República Federativa do Brasil goza do Estado Democrático de Direito visando a dignidade humana e o exercício da cidadania.
Quando digo que o brasileiro passou a existir de verdade após a sua promulgação, é porque antes, desde o achamento e invasão portuguesa que o Brasil foi se formando oriundo das etnias indígenas, européia e negra, mantendo sempre uma minoria privilegiada e abastada que desde essa época até o momento presente vive envergonhada de ter o anátema de nascer brasileiro quando preferiam ter nascido nos USA ou na Europa; uma outra meeira classe de revoltados que são surrupiados por essa minoria abastada e, por isso mesmo, morrendo de inveja uns e insatisfeitos em sua maioria pela inexistência de justiça, democracia e equanimidade, realizando, por esta razão, sempre um zoadeiro de pregação na busca pela plenitude dos direitos; e, mais abaixo destas duas, a mundiça, ou seja, aquela desprovida de qualquer direito, assistência ou condição de vida.
A primeira não precisa das leis, compra tudo que quiser: poder, polícia, justiça e até impunidade. A segunda, excluída pela primeira, vive numa eterna crise de identidade porque a primeira lhe toma e a terceira lhe rouba, então, o que fazer senão imitar a primeira, fazer caridade na terceira. E, por fim, a terceira que não tem a menor noção do que é a vida, direito ou coisa parecida, socando-se nos templos e na podridão de sua existência. Entre essas, o fosso que as distancia uma da outra é bastante abissal entre elas.
Vendo-se, pois, um país de desigualdades gritantes que chegam ao cúmulo da paradoxalidade, as contradições sociais são mais que evidentes. E como o país tem uma vida democrática muito ainda incipiente, é natural que a maioria esmagadora da população brasileira não tenha a mínima noção de cidadania, resultando, portanto, nas indagações que sou sempre interpelado, seja por estudantes, professores ou pessoas comuns da sociedade presentes nas minhas palestras.
Aí, em primeiro lugar, reafirmo que pela exatidão de, a partir da promulgação da Carta Cidadã em 1988, que o brasileiro realmente passou a existir quando seus direitos civis, sociais e políticos foram reconhecidos para todos, independente de raça, cor, sexo, predileção, cargo, posição social ou o escambau, assinalando, com isso, a isonomia entre os brasileiros: todos são iguais perante a lei. Será? Bem, pelo menos, a priori, há uma tentativa de equilíbrio e harmonia nas relações entre poderosos e desprovidos, razão pela qual, hoje está em pleno vigor o Código de Defesa do Consumidor, o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Estatuto do Idoso, dentre outros diplomas legais que além de existir precisam valer a pena estarem vigentes. Quer dizer, não basta a lei publicada, ela tem que valer na verdade.
Por esta razão, convido você a ler CIDADANIA.

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por Luiz Alberto Machado, às 5:48 AM



Quinta-feira, Maio 08, 2008

DICAS POR FINAL DE SEMANA & TATARITARITATÁ!



PALESTRA: Tema: CIF - Noções gerais sobre a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde Data: 15/05/2008 - 5a. feira Horário: 9h às 12h30 Local: Anfiteatro 1 – FCM/UNICAMP (Legolândia) Ministrante: Profª Drª Heloisa Brunow Ventura Di Nubila – Neurologista, Membro do CBCD - Centro Brasileiro de Classificação das Doenças - Centro colaborador da OMS para a família das classificações internacionais em português Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP, especialista em laboratório de pesquisa em epidemiologia na área de classificações. A CIF, de 1994 a 2001, foi testada em 61 países e atualmente encontra-se aprovada nas 6 línguas oficiais da OMS - árabe, chinês, inglês, francês, russo e espanhol. Trata-se de ferramenta útil para: Sistema de informação em saúde, avaliação das necessidades, resultados, custos, qualidade, satisfação da oferta de serviços e políticas sociais, pesquisa. Diferentemente da CID, que tem maior aplicação para mortalidade e morbidade. A Drª Heloisa participou também da organização do CIF-CY (Children and Youth version), cuja versão em inglês foi recém publicada pela OMS.



CURSOS: QUESTÕES PRÁTICAS DO DIREITO AUTORAL E LEI ROUANET - A Lei do Direito Autoral e os vários aspectos que a envolvem têm sido foco para discussão. Que cuidados ter na utilização de conteúdos protegidos? Quando acontece a pirataria? O que é domínio público? Entre estes e outros temas discutiremos a importância do ISBN, a ficha catalográfica e o envio do livro para o Depósito Legal. Falaremos um pouco sobre a Lei Federal de Incentivo à Cultura, suas finalidades, as áreas que podem se beneficiar, sua legislação e a renúncia fiscal. Docentes: João Scortecci e Maria Esther Mendes Perfetti Dia: 17 de maio de 2008 - (sábado) Horário: das 9h às 13h Preço Único: R$ 85,00 Sala de aulas: Rua Mourato Coelho, 393 conj 1 - (esquina com Teodoro Sampaio), Bairro de Pinheiros, São Paulo, SP - Telefone: (11) 3034-2981 - Estacionamento em frente no Pão de Açucar.+ GESTÃO DE ESTOQUES E CONTROLE DE CONSIGNAÇÕES O crescimento do mercado passa pela necessidade de uma constante busca pela profissionalização das pessoas e dos processos, instituindo-se um novo relacionamento entre a indústria (editora) e o varejo (livraria). A gestão de estoques é um fator crucial no sucesso de uma livraria. O importante é atender as necessidades de editoras e livrarias, permitindo uma maior produtividade, rapidez e redução de custos.- Giro de estoque / - Cobertura de estoques / - Nível de serviço ao cliente / - Cálculo de perdas / - Consignação / - A aquisição de novos livros Docente: Gerson Ramos Dia: 31 de maio de 2008 - (sábado) Horário: das 9h às 13h Preço Único: R$ 95,00 Sala de aulas: Rua Mourato Coelho, 393 - conj 1 - (esquina com Teodoro Sampaio), Bairro de Pinheiros, São Paulo, SP - Estacionamento em frente no Pão de Açucar. Info: Escola do Escritor escoladoescritor@escoladoescritor.com.br & www.escoladoescritor.com.br Telefone: (11) 3034-2981 + PROMOÇÃO: Curso de Fonoaudiologia Mestrado Profissional em Saúde, Interdisciplinaridade e Reabilitação CEPRE/FCM – Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP. Organização e informações: Profª Drª Regina Yu Shon Chun e Profª Drª Helenice Yemi Nakamura Tel: (19) 3521 8807 INSCRIÇÕES NO LOCAL



OFICINAS DE LEI ROUANET E CAPTAÇÃO DE RECURSOS - SÃO PAULO - Espaço Livre OFICINA DE LEI ROUANET Oportunidade para você se especializar na elaboração e
formatação de projetos para a Lei de Incentivo à Cultura - Lei Rouanet. Carga Horária: 04 horas Maio - dia 17 das 09h30 às 13h30 + OFICINA DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS Para projetos culturais e sociais, com ou sem as leis de incentivo.
Entenda todos os mecanismos de apresentação dos projetos e como obter sucesso com eles. Carga Horária: 04 horas Maio - dia 17 das 15h30 às 19h30 RIO DE JANEIRO - HOTEL GLÓRIA OFICINA DE LEI ROUANET Oportunidade para você se especializar na elaboração e formatação de projetos para a Lei de Incentivo à Cultura - Lei Rouanet. Carga Horária: 04 horas Maio- dia 31 das 09h30 às 13h30 + OFICINA DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS Para projetos culturais e sociais, com ou sem as leis de incentivo. Entenda todos os mecanismos de apresentação dos projetos e como obter sucesso com eles. cArga Horária: 04 horas Maio - dia 31 das 15h30 às 19h30 Info: www.manufaturadacultura.art.br Informações e ementas: manufatura1@yahoo.com.br

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por Luiz Alberto Machado, às 5:12 AM



Quarta-feira, Maio 07, 2008

DICAS & DICAS & TATARITARITATÁ!!!



CONFERÊNCIA - Conferência do Meio Ambiente debate mudanças do clima, nesta quarta-feira, dia 7, o governo federal dá início a um debate inédito sobre mudança do clima. O Ministério do Meio Ambiente e 44 entidades representativas da sociedade civil realizam a III Conferência Nacional de Meio Ambiente (CNMA), que se estende até o dia 10, em Brasília. É a primeira vez que um país realiza um processo participativo com todos os setores da sociedade para discutir o tema, que é destaque no cenário internacional. Processo participativo - A Conferência Nacional é precedida por conferências locais (municipais, regionais, estaduais e do Distrito Federal), que garantem que o debate chegue a um número maior de pessoas. Concluída em abril, essa etapa mobilizou mais de cem mil pessoas. Foram 751 conferências, sendo 566 municipais, 153 regionais, 26 estaduais e uma distrital, além de cinco seminários regionais/distritais. Nesses fóruns, foram eleitos mais de mil delegados - que participarão da plenária nacional -, segundo os seguintes critérios:50% da sociedade civil, sendo 5% de comunidades tradicionais e 5% de povos indígenas; 30% do setor empresarial; e 20% do setor governamental. O III CNMA recebeu mais de cinco mil propostas das Conferências Estaduais que envolvem áreas como aquecimento global, exploração predatória dos ativos florestais, preservação da biodiversidade agropecuária, energia, resíduos, indústria, transporte, saúde, recursos hídricos, assentamentos humanos, ecossistemas naturais e desenvolvimento tecnológico, entre outros. As proposições são sistematizadas, isto é, agrupadas por semelhança de conteúdo, para facilitar os debates na plenária nacional.

PÓS-GRADUAÇÃO: Agricultura Biológico-Dinâmica Pós-graduação lato-sensu ESPECIALIZAÇÃO PROFISSIONAL E ACADÊMICA reconhecido pelo MEC NOVA TURMA - 31 de maio / 2008 Um curso de complementação profissional para você capacitar-se como consultor, inspetor, agricultor, empresário ou professor universitário especializado em agricultura biológico-dinâmica e orgânica. Complementação profissional para multiplicadores. Parceria com a Universidade de Uberaba e Associação de Agricultura Biodinâmica Instituto Elo BAIRRO DEMETRIA - BOTUCATU – SP (14) 3815 1739 www.elo.org.br - cursos@elo.org.br

JORNALISMO - O Prêmio BNB de Jornalismo em Desenvolvimento Regional busca estimular o debate e sensibilizar a sociedade sobre a importância de ações inovadoras na área do desenvolvimento regional. Ontem (5), foram conhecidos os vencedores da edição 2007 e lançada a edição 2008 do concurso, que destina R$ 126 mil aos melhores trabalhos jornalísticos. A premiação será distribuida nas modalidades Nacional, Regional e Universitário, além de um prêmio especial disputado por matérias veiculadas em cidades com menos de 100 mil habitantes. Regulamento, inscrição e outras informações: www.bnb.gov.br/.

A MULHER NO MUNDO ATUAL - O Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de São José do Rio Preto realiza a conferência no Salão Nobre “Hemeterio Páscua Valle” da Associação Comercial e Industrial (Acirp) Rua Silva Jardim, 3099 – Centro, com ISABEL ORTEGA “A MULHER NO MUNDO ATUAL” Dia 10 de Maio, às 10 horas.

ELABORAÇÃO DE PROJETOS - Até 1º de junho, acontece em 26 municípios baianos, o III Workshop de Elaboração de Projetos Culturais, voltada a capacitar artistas, produtores e agentes culturais da capital e interior. Nesta semana, os cursos acontecem em Andorinha, Correntina, Cruz das Almas, Serrolândia, Luís Eduardo Magalhães, Salvador e Simões Filho. As atividades terão carga horária de 18h e as inscrições são realizadas em cada uma das cidades. Calendário, programação e outras informações: www.funceb.ba.gov.br ou (71) 3103.4046.

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por Luiz Alberto Machado, às 5:20 AM



Terça-feira, Maio 06, 2008

URBANISMO: CIDADES DO AMANHÃ



PETER HALL – CIDADES DO AMANHÃ

O professor de Planejamento e Regeneração da University College, em Londres, Sir Peter Hall Bartlett é uma das mais prestigiadas personalidades sobre os aspectos econômicos, demográficos, culturais e questões de gestão que enfrentam cidades ao redor do globo e um dos principais conselheiro para planejamento e regeneração de sucessivos governos, sendo, por isso, conselheiro especial sobre Planejamento Estratégico para o governo britânico, considerado por muitos o pai da empresa industrial zona conceito, adotada pela países a nível mundial para o desenvolvimento da indústria em zonas desfavorecidas. Ele é autor do livro “Cidades do amanhã”, onde aborda as cidades da imaginação com base nas visões alternativas da Boa Cidade (1880-1987), a cidade da noite apavorante com base nas reações à cidade encortiçada do século XIX (1880-1900), a cidade do desvio variegado baseado no subúrbio do transporte de massa (1900-1940), a cidade no jardim com base na solução cidade-jardim (1900-1940), a cidade na região nascendo o planejamento regional (1900-1940), a cidade dos monumentos com base no movimento City Beautiful (1900-1945), a cidade das torres baseada na radiosa cidade corbusiana (1920-1970), a cidade de suada equidade baseada na comunidade autonoma (1890-1987), a cidade à beira da auto-estrada baseada no suburbio do automóvel (1920-1987), a cidade da teoria baseada no planejamento e academia (1955-1987), a cidade do empreendimento virando o planejamento de ponta-cabeça (1975-1987), a cidade da permanente ralé onde o cortiço resiste (1920-1987) e a cidade da embaçada Belle Époque infociedades e guetos desinformacionais (1985-2010).

FONTE:
HALL, Peter. Cidades do amanhã: uma história intelectual do planejamento e do projeto urbanos no século XX. São Paulo: Perspectiva, 2005.

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por Luiz Alberto Machado, às 5:28 AM



Segunda-feira, Maio 05, 2008

DICAS DA SEMANA & TATARITARITATÁ!!!



ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS – ORIENTAÇÕES PARA A INCLUSÃO DA CRIANÇA DE SEIS ANOS DE IDADE – O livro editado pelo MEC reúne estudiosos, intelectuais e docentes, a exemplo de Sonia Kramer, Anelise Monteiro do Nascimento, Ângela Meyer Borba, Cecília Goulart, Telma Ferraz, Eliana Borges Correia de Albuquerque, Artur Gomes de Morais e Alfredina Nery, abordando temas como a infância e sua singularidade, a infância na escola e na vida e a relação fundamental, o brincar como um modo de ser e estar no mundo, as diversas expressões e o desenvolvimento da criança na escola, as crianças de seis anos e as áreas do conhecimento, letramento e alfabetização pensando a prática pedagógica, a organização do trabalho pedagógico para alfabetização e letramento como eixos orientadores, avaliação e aprendizagem na escola na relação com a pratica pedagógica como eixo da reflexão e as modalidades organizativas do trabalho pedagógico como possibilidade. FONTE: BRASIL. Ensino fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. Brasília: MEC/SEB, 2007.

CURSO - Formação de Profissionais em Recursos Humanos e Departamento de Pessoal. Objetivos: Apresentar de forma prática e objetiva a operacionalização dos cálculos inerentes à dinâmica do Departamento de Pessoal, evitando-se reclamações trabalhistas recorrentes de procedimentos inadequados. Fornecer um referencial teórico acerca da administração de Recursos Humanos, propiciando também situações vivenciais. Retratar a modernidade e as principais estratégias que farão à diferença na gestão de pessoas no novo milênio. Incentivar os participantes a estruturarem informações e desenvolverem a capacidade de reflexão, análise e síntese. Principais Tópicos: Curso: Mensuração de Resultados de Treinamentos – 10 e 17/05/08 – 08h Higiene e segurança no trabalho – 24/05 a 07/06/08 – 12h. Contrato de trabalho e rotinas de registro – 14/06/08 – 02h. Cálculos da folha de pagamento e encargos trabalhistas – 14/06 a 12/07/08 – 18h. Rescisão de Contrato de trabalho – 19 e 26/07/08 – 08h. Seguro Desemprego – 02/08/08 – 04h. Planejamento Estratégico – 09 a 30/08/08 – 16h. Recrutamento e seleção por Competências – 06 a 27/09/08 – 16h. O líder como Coach e Mentor de seu Time – 04 e 11/10/08 – 08h. Curso: Avaliação de desempenho – 18 e 25/10/08 – 08h. Instrutores: Cristiane Rodrigues de Paiva Gestora de Recursos Humanos. Pós-Graduanda em DOCÊNCIA do ENSINO TECNOLÓGICO; Pós-Graduada em GESTÃO da INOVAÇÃO e da COMPETITIVIDADE; Responsável pela implantação do setor de recursos humanos na Faculdade de Tecnologia de Alagoas (plano de cargos e salários, avaliação de desempenho, treinamento e desenvolvimento, qualidade de vida, formação continuada, entre outros). E convidados Período: 10/05 a 25/10/08 – Aos Sábados. Horário: 08 às 12h. Carga Horária: 100 horas. ADVANCE INFORMAÇÕES: (82) 3338 - 3122 / 3241 - 3675. Outros cursos no site: www.advancerh.com.br

CURSO PRODUÇÃO MULTICULTURAL-LEIS DE INCENTIVO – Nos próximos dias 21, 23, 25 e 28 de maio de 2008 acontecerá o curso produção multicultural. Objetivo: O curso básico visa capacitar e atualizar profissionais, estudantes, público em geral para planejar, coordenar e produzir, produtos culturais em diversas áreas. Comercialização de projetos de pequeno, médio e grande porte. Metodologia: Aula teórica, com exposição de projetos enquadrados nas Leis de Incentivo e realizados com sucesso, levando o aluno a desenvolver competência para criar seu próprio projeto. Inicio em. 21 de maio de 2008. Horário. de 18.30h às 20h. Inscrição até o dia 21.5 às 18h. (número de vagas 15 vagas). Informações e Inscrições Biblioteca Pública do Est do Rio de Janeiro Av. Presidente Vargas nº 1261 – Centro RJ Tels.: (21) 9405.3289 – 3970.0961

CURSO DE PRODUÇÃO CULTURAL EM NITERÓI A Prof. Cecy é consultora nas áreas de Com. Social e no 3º setor na área de Responsabilidade Social. Pioneira na criação e coord. da Oficina Técnica da área Cultural, Coord. de Produção e Conteúdo da Web TV Guanabara, Ex.Consult. técnica na Coordenadoria de Assuntos Internacionais do Governo do Estado do RJ. CENTRO CULTURAL PASCHOAL CARLOS MAGNO RUA LOPES TROVÃO S/N - CAMPO DE SÃO BENTO BAIRRO DE ICARAÍ - CIDADE DE NITERÓI TEL.(21) 8850 2544 DATA: DIAS 02/ 07/ 14/ 21 DO MÊS DE JUNHO HORÁRIO: DAS 10H ÀS 11:30HORAS Info: renatacardoson@hotmail.com O site do Encontro é: http://encontroel.wordpress.com/ Info: Tomaz Amorim tomazizabel.blogspot.com

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por Luiz Alberto Machado, às 5:50 AM



Sexta-feira, Maio 02, 2008

CIDADANIA



Foto: Cêça Marques.

PALESTRA: CIDADANIA NA SALA DE AULA

Luiz Alberto Machado

A cidadania é uma palavra oriunda juridicamente do termo latino civitas e, também, a palavra cidadão é oriunda do latim civis, que no direito romano estavam inerentes aos direitos públicos e privados. Daí encontrar-se que o termo cidadania generalizou-se para outros povos, com o conceito análogo ao de nacionalidade. E, a partir disso, a etimologia da palavra cidadão leva a considerar como aquele que vive na cidade, mas, com o reconhecimento dos direitos civis e sua consagração em documentos, ainda no período medieval, a palavra passou a ser usada para designar a liberdade do homem, seus direitos e os privilégios que deve ter.
Atualmente se identificam três tipos de direitos na cidadania: os direitos civis, políticos e sociais. Isto quer dizer, pois, que a cidadania refere-se ao indivíduo como um membro da sociedade e, desta maneira, como alguém que está submetido aos mesmos direitos e deveres dos demais membros desta sociedade. A conquista de tais direitos, segundo Bruno Grangê e Rodrigo Gama (2004), não ocorreu de forma simultânea e harmônica, podendo identificar que sua ocorrência se deu de forma distinta, por exemplo, os direitos civis conquistados por alguns países no século XVIII, os políticos no final do século XIX e os sociais já no século XX; sendo que, na conquista destes dois últimos, houve um maior entrelaçamento, pois os direitos sociais foram adquiridos como conseqüência da conquista dos direitos políticos.
Mediante isso, pode-se dizer que a concepção de cidadania surge com a Revolução Francesa, onde o homem passou da condição de servo, semi-escravo do soberano absolutista, para o status de indivíduo, titular de garantias frente ao Estado de Direito. Com isso, passa-se a entender que a cidadania se constitui na efetividade do direito e no gozo pleno dos direitos civis, sociais e políticos adquiridos ao longo dos anos e contempla os interesses individuais e coletivos em consonância com as relações sociais entre os homens. Fato que Bruno Grangê e Rodrigo Gama (2004) evidenciam que a cidadania, para ser efetiva, exige que cada indivíduo tenha plenas condições de participação na construção e gestão do contexto social em que se encontra inserido, não sendo apenas massa de manobra ou coisa similar. Defende eles que é preciso que, para que seja um cidadão, o homem seja agente de sua própria história.
No que se refere à cidadania enquanto status do indivíduo titular de direitos, e da construção de mecanismos de efetivação destes, observa Büttenbender (2001) que é dentro da visão de comprometimento e de busca do papel de cada elo da composição social que se coloca o estudo da função jurisdicional do Estado, especialmente aferindo sua estrutura lógica frente ao contrato celebrado pelo indivíduo abdicando do direito de auto-tutela em favor da coletividade, para em troca receber desta, a prestação de uma tutela aos seus direitos individuais que se resguardou, quer seja para protegê-los contra os demais indivíduos da coletividade, quer seja contra o próprio Estado.
Na linha de pensamento da tradição liberal, T.H. Marshal (1967:86), consigna que: “[...] a cidadania é o conteúdo da pertença igualitária a uma dada comunidade política e afere-se pelos direitos e deveres que o constituem e pelas instituições que dá azo para ser social e politicamente eficaz”. Isto quer dizer que, para ele, a cidadania é um status concedido àqueles que são membros integrais de uma comunidade, a todos que possuem status e que são iguais com respeito aos direitos e obrigações pertinentes ao status: "a cidadania é a ordem da igualdade na sociedade de desiguais". Assim sendo, Marshal (1967:112) homologa que: “A cidadania se apóia na igualdade fundamental das pessoas, decorrente da integração, da participação plena do indivíduo em todas as instâncias da sociedade; desenvolvendo-se como instituição, a cidadania coloca em xeque as desigualdades do sistema de classes. Tal expressão leva a entender que, dentro dessa perspectiva, o período de formação, segundo Marshall (1967), começou no início do século XIX, quando os direitos civis estavam articulados ao status de liberdade, já haviam conquistado substância suficiente para justificar que se fale de um status geral de cidadania. E de acordo com o seu postulado, os três elementos que formam o seu conceito são: os direitos civis surgidos no século XVIII, os políticos surgidos no século XIX e os sociais, no século XX, demonstrando como a cidadania e outras forças externas a ela têm alterado o padrão de desigualdade social. Assim, convém, também, observar que a cidadania é expressa conforme a idéia de Dalmo Dallari (1984, p. 61), com a seguinte definição: “A noção de cidadania busca expressar a igualdade dos homens em termos de vinculação jurídica a um determinado Estado; portanto, este tem o poder de definir os condicionantes do exercício da cidadania. O cidadão constitui uma criação do Estado que vai moldá-lo aos seus interesses”. Esta tese está reforçada as idéias expressas por abordadas por Arroyo (1999:48), ao mencionar que “[...] o indivíduo é considerado como sujeito histórico quando capaz de modificar a realidade”. Essa capacidade de agir sobre o curso dos processos sociais só é possível se o indivíduo for consciente, livre e responsável. Por conseqüência, a consciência cidadã e o exercício democrático agirão sobre uma outra necessidade: a de interagir com a sociedade. Mediante tudo isso, percebe-se que a construção da cidadania caracteriza-se como uma série de lutas em prol da afirmação dos direitos imanentes à liberdade, à participação das decisões públicas e à igualdade em termos de condições dignas de vida, movimentando-se progressivamente na incorporação de indivíduos e grupos a novos padrões de vida na comunidade. E essa incorporação aparece concretizada sob a forma de direitos e garantias. E nesta mesma direção, Arroyo (1999:75), expressa o pensamento de que: “A cidadania se constrói como um processo que se dá no interior da prática social e política das classes (...) O povo vai construindo a cidadania e aprendendo a ser cidadão nesse processo de construção. (...) A luta pela cidadania, pelo legítimo, pelos direitos, é o espaço pedagógico onde se dá o verdadeiro processo de formação e constituição do cidadão. A educação não é uma precondição da democracia e da participação, mas é parte, fruto e expressão do processo de sua constituição. Dai chegar ao entendimento de que o exercício de cidadania se incorpora evidentemente à participação e interação do indivíduo à sociedade. E, em conformidade com Guiomar Mello (1998:78), a cidadania passa pela questão do conhecimento e da informação, reportando-se que: “O conhecimento, a informação e uma visão mais ampla dos valores são a base para a cidadania em sociedades plurais, cambiantes e cada vez mais complexas, nas quais a hegemonia do Estado, dos partidos ou de um setor social específico tende a ser substituída por uma pluralidade de instituições em equilíbrios instáveis que envolvem permanente negociação dos conflitos para estabelecer consensos”. Assim sendo, à cidadania estão inseridas questões como pluralidade, conhecimento, informação, participação e consensos que vão formando o amálgama do complexo individual interagindo na coletividade e no social. E nesta questão, Nilda Ferreira (1993:18), apresenta uma conceituação mais abrangente, defendendo que: “A cidadania aparece como o resultado da comunicação intersubjetiva, através da qual indivíduos livres concordam em construir e viver numa sociedade melhor [...] E só se configura quando encarnada em um indivíduo, o cidadão. É ele que realiza sua existência, enquanto ela lhe confere uma identidade. Ela se inicia com o registro do nascimento e se potencializa no direito à herança, ou seja, no direito de pertencer a uma determinada classe social. Se origina, portanto, nas sociedades de classes. Conferida a um indivíduo, serve para identificá-lo na esfera pública”. Tal opinião confere ao indivíduo a necessidade de sua imersão na comunidade, na coletividade e na vida social da qual faz parte, seus consensos e dissensos, no sentido de, coletiva e solidariamente, requerer a satisfação dos seus anseios pessoais. E, com isso, a autora trata da questão, salientando que: “Os pressupostos da cidadania: ontologicamente, ela não é um em-si, pois tem por fim a identidade social dos indivíduos na relação com um determinado Estado; seu determinante histórico-social é a existência da sociedade de classes e do Estado; como categoria histórica, a cidadania é dinâmica, refletindo, portanto, as condições econômicas, políticas e sociais da sociedade na qual foi criada; no interior das relações sociais, a cidadania pertence à ordem simbólica, representando realidade e disponibilidade, valores e significações socialmente estabelecidos, servindo assim, de mediação entre os indivíduos e o Estado. Pelo exposto, explicitar a questão da cidadania brasileira implica dimensioná-la a partir da nossa realidade econômica, política e social. [...] A partir de determinados pressupostos, o Estado define a formação do cidadão como um dos fins da educação, atribuindo às instituições de ensino, públicas e privadas, o dever de dotar os jovens de condições básicas para o exercício da cidadania. Ou seja, deixa a cargo dessas instituições a tarefa de transmitir conhecimentos aos jovens e desenvolver neles hábitos e atitudes, de forma a viabilizar a meta da cidadania”.(FERREIRA, 1993:134).
Com isso, segundo Ferreira (1993), a cidadania é uma condição política de direitos e obrigações frente ao coletivo e as pessoas com as quais se convive. É poder refletir sobre os atos que tenham conseqüências sociais, ter consciência dos seus resultados sobre a sociedade, como jogar lixo no rio, quebrar um telefone público, dentre outros atos.
Com o advento da Constituição Federal de 1988, definindo que a República Federativa do Brasil, além de ser formada pela união dos Estados, Municípios e Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito fundamentado na soberania, na cidadania, na dignidade humana, nos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, bem como do pluralismo político. Em razão disso constitui os objetivos fundamentais do país a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, garantindo o desenvolvimento nacional, erradicando a pobreza e a marginalização com redução das desigualdades sociais e regionais, promovendo, assim, o bem de todos sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, crença e quaisquer outras formas de discriminação. Por esta razão a Carta Cidadã elege como direitos e garantias fundamentais do cidadão a condição de que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, em conformidade com as determinações previstas nos art. 1º, 3º e 5º. Prevê ainda que são direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a assistência aos desamparados e a proteção à maternidade e à infância. A partir disso estabelece que a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos e nos termos da lei.
Tal fato ocorre quando se dá o retorno à ordem democrática no Brasil, concretizando a promulgação da Carta Magna que revogava a legislação autoritária vigente desde 1964 até 1986, trazendo, assim, a defesa da cidadania, da dignidade da pessoa humana e reafirmando os princípios democráticos de que todo poder emana do povo, estabelecendo tais postulados nos princípios fundamentais constitucionais, o que, conforme José Afonso Silva (20002, p. 125), estabelece: “O regime brasileiro da Constituição de 1988 funda-se no princípio democrático. O preâmbulo e o art. 1º. O enunciam de maneira insofismável. Só por aí se vê que a Constituição institui um Estado Democrático de Direito, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, livre, justa e solidária e sem preconceitos (art. 3º, II, IV), com fundamento na soberania, na cidadania, na dignidade da pessoa humana, nos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e no pluralismo político. Trata-se assim de um regime democrático fundado no princípio da soberania popular, segundo o qual todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes, ou diretamente (parágrafo único do art. 1º.)”.
Conforme pode se ver do que foi abordado por José Afonso Silva (2002), logo em seu artigo 3.º, a Constituição Federal de 1988, traz anotada a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, erradicando a pobreza e a marginalização, reduzindo as desigualdades sociais e regionais; promovendo o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. No artigo seguinte prevalecem os direitos humanos e a defesa da paz, entre outros propósitos. Já no título II estão expressos os direitos e garantias fundamentais, que segundo Afonso Silva (2002, p. 180), são os direitos fundamentais do homem por serem “[...] inatos, absolutos, invioláveis (intransferíveis) e imprescritíveis”. Com isso, acrescenta que tais direitos são históricos, por nascerem, serem modificados e desaparecerem; são inalienáveis, por serem intransferíveis e inegociáveis; são imprescritíveis, por nunca deixarem de ser exigíveis; e irrenunciável, por serem direitos fundamentais.
Em seguida aparecem os direitos sociais previstos na Constituição Federal vigente, expressos no art. 6º, contemplando os direitos a educação, saúde, trabalho, moradia, ao lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desempregados, e que, segundo José Afonso Silva (2002, p. 185), são os direitos que “[...] se ligam ao direito de igualdade” e que valem como “[...] pressupostos do gozo dos direitos individuais na medida em que criam condições materiais mais propícios ao auferimento da igualdade real”. Ou seja, conforme observa Krell (2002:19), os direitos sociais como direitos fundamentais existem porque: “[...] O Estado, mediante leis parlamentares, atos administrativos e a criação real de instalações de serviços públicos, deve definir, executar e implementar, conforme as circunstâncias, as chamadas políticas sociais (de educação, saúde, assistência, previdência, trabalho, habitação) que facultem o gozo efetivo dos direitos constitucionalmente protegidos”. Assim sendo, fica estabelecido que os direitos sociais estão na definição de metas e finalidades que se eleva ao nível de concretização, prescrevendo a realização por parte do Estado de determinados fins e tarefas.
Com todo exposto, fica entendida a cidadania como o estabelecimento de um laço político entre o individuo e a organização do poder, podendo-se dizer que no Brasil a Constituição Federal de 1988 estabeleceu abertura de canais para participação efetiva na vida social, por meio do cidadão ou da coletividade, proporcionando pois a amplitude de canais de diálogo a partir do conhecimento da realidade e com acesso à informação, buscando-se melhores condições de atuar sobre a sociedade, de articular mais eficazmente desejos e idéias e de tomar parte ativa nas decisões que lhe interessam diretamente.
Foi na esteira do Estado Democrático de Direito, da dignidade humana e do exercício da cidadania que a Carta Cidadã definiu a educação como direito de todos e dever do Estado e da família, sendo, pois, promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. E, ampliando o universo cidadão previu ainda que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem como de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade, o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
Tendo-se chegado a este ponto, conclui-se inicialmente, que a História do Brasil divide-se em antes e depois de 1988, tendo em vista o estabelecimento da cidadania brasileira plenamente passar a ocorrer somente a partir desta data, verificando-se que antes disso e desde a transformação de Pindorama em Brasil que todo complexo histórico da vida e poder do território brasileiro estava sustentado, apenas, no privilégio de uma elite aviltada correspondendo a uma minoria de autocratas, de uma parcela minoritária detentora da legitima luta inglória de transformar todo aparato de sandices numa República séria, e a esmagadora maioria de sujeitos excluídos e integrantes anônimos de uma massa de manobra. Diante disso, torna-se relevante a reivindicação de que toda História brasileira seja re-escrita e passada a limpo.
Em segundo lugar, conclui-se que a cidadania é a completa utilização dos direitos civis, sociais e políticos, contemplando solidária e responsavelmente todo cidadão brasileiro como participante íntegro e sustentavelmente consciente do destino do país.
Por fim, em razão de tão importante temática, estou realizando a palestra CIDADANIA NA SALA DE AULA, iniciando na última quarta-feira, dia 30 de abril, na Escola Josefa da Conceição, no bairro de Canaã, em Maceió – AL, atendendo convite das professoras Cêça Marques, Marijose Albuquerque e Ângela Cassiano. Na próxima terça-feira, dia 06 de maio, haverá continuação da palestra para os alunos dos ensinos Fundamental e Médio da mesma escola, nos turnos tarde e noite.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS:
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Abril Cultural, 1980.
ARROYO, Miguel et alli. Educação e cidadania: quem educa o cidadão? São Paulo: Cortez, 1999.
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de Teoria do Estado e Ciência Política. São Paulo: Saraiva, 1986.
_____. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 1999.
_____.Dicionário de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 1994.
BENEVIDES, Maria Victoria de M. A cidadania ativa: referendo, plebiscito e iniciativa popular. São Paulo: Ática, 1991.
BRASIL. Constituição Federal 1998. Recife: Cia. Editora de Pernambuco, 1989
BUFFA, Ester et alli. Educação e cidadania: quem educa o cidadão? São Paulo: Cortez, 1999
BUTTENBENDER, Carlos Francisco. Jurisdição e cidadania. Porto Alegre: Unijui, 2001.
CAMPANHOLE, Adriano & CAMPANHOLE, Hilton Lobo. Todas as Constituições do Brasil. São Paulo: Atlas, 1976
DALLARI, Dalmo. Ser cidadão. São Paulo: Lua Nova,1984.
DEMO, Pedro. Política social, educação e cidadania. Campinas: Papirus, 1994.
______. Cidadania popular. São Paulo: Papirus, 1993.
______. Cidadania tutelada e cidadania assistida. Campinas/SP: Autores Associados, 1995.
FERREIRA, Nilda T. Cidadania. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.
FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Curso de direito constitucional. São Paulo: Saraiva, 1989.
GRANGÊ, Bruno de Souza; GAMA, Rodrigo Figueiredo. Inclusão social: cidadão org. Rio de Janeiro: Instituto Metodista Bennett, 2004.
HORTA, Raul Machado. Estudos de direito constitucional. Belo Horizonte: Del Rey, 1995.
KRELL, Andréas J. Direitos sociais e controle judicial no Brasil e na Alemanha. Porto Alegre: Sergio A. Fabris, 2002.
MAGALHÃES, José Luiz Quadros de. Direitos humanos na ordem jurídica interna. Belo Horizonte: Interlivros Jurídica, 1992.
MARSHAL, T.H. Cidadania, classe social e status. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.
MELLO, G. N. Cidadania e competitividade. São Paulo: Cortez, 1998.
MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. São Paulo, Atlas, 2001.
______. Direitos Políticos, Direito Constitucional, São Paulo: Atlas, 2004.
OLIVEIRA JÚNIOR, José Alcebíades de. O novo em direito e política. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1997.
PORTELA, Josania Lima. Relação: educação, trabalho e cidadania. Fortaleza: EdUFC, 1996.
SALGADO, Joaquim Carlos; Os direitos fundamentais. Revista Brasileira de Estudos Políticos. Imprensa Universitária, 1996. n.2.
SILVA, José Afonso. Curso de Direito Constitucional Positivo. São Paulo: Malheiros, 2002.

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por Luiz Alberto Machado, às 4:11 AM



Quinta-feira, Maio 01, 2008

DICAS DO FERIADÃO & TATARITARITATÁ!!!



I FORUM DE MIDIA LIVRE - Estão abertas as inscrições para o I Fórum de Mídia Livre, que ocorrerá no Rio de Janeiro, dias 14 e 15 de junho, e reunirá participantes de todo o País. O evento é parte de uma ampla mobilização de jornalistas, acadêmicos, estudantes e ativistas e demais interessados pela democratização da comunicação, em defesa da diversidade informativa, do trabalho de colaboração nos novos meios e sua expansão, bem como da garantia de amplo direito à comunicação. Segundo o documento esboçado na reunião de São Paulo, o objetivo da democratização das verbas públicas visa que "as verbas de publicidade e propaganda sejam distribuídas levando em consideração toda a ampla gama de veículos de informação e a diversidade de sua natureza; que os critérios de distribuição sejam mais amplos, públicos e justos, para além da lógica do mercado; e que ao mesmo tempo o poder público garanta espaços para os veículos da mídia livre nas TVs e nas rádios públicas, nas suas sinopses e meios semelhantes". O documento está disponível no site do evento (http://forumdemidialivre.blogspot.com/). De forma sincrônica ao evento no Rio de Janeiro, o movimento social de comunicação já está se mobilizando em sete cidades: Porto Alegre, São Paulo, Belém, Fortaleza, Recife, Aracaju e no próprio Rio de Janeiro. Todos os relatos já estão disponíveis no site. O próprio evento é um importante passo na discussão e deliberação sobre os rumos do movimento social de comunicação. Programação - O I Fórum de Mídia Livre acontecerá dias 14 e 15 de junho de 2008 (sábado e domingo), das 9h às 17h (com pausas entre os debates e grupos de trabalho). Será realizado no campus da UFRJ da Praia Vermelha, no Auditório Pedro Calmon do Fórum de Ciência e Cultura (FCC) e salas anexas. Endereço: Avenida Pasteur, 250 – Praia Vermelha. O Auditório Pedro Calmon fica no segundo andar do FCC. Confira em breve no site do evento a programação completa do evento. Inscrições - A participação no I Fórum de Mídia Livre é aberta e a inscrição é obrigatória. Os participantes podem também se informar sobre os pré-encontros em suas respectivas cidades. O custo individual da inscrição é de R$15 (quinze reais) para o público em geral e R$5 (cinco reais) para estudantes, pagos no dia do evento, junto à secretaria executiva do evento. A secretaria executiva emitirá um certificado de participação para os que compareceram nos dois dias de evento. A inscrição no I Fórum de Mídia Livre não garante, por ora, o transporte, estadia e alimentação dos inscritos, que no entanto estão sendo negociados. Inscreva-se já e participe dos debates: http://forumdemidialivre.blogspot.com/

CAPTAÇÃO DE RECURSOS – Curso de Maio em São Paulo Data: 27 de maio de 2008 Horário: 9h:00 às 18h:00 Carga horária: 8 horas PROGRAMA Harmonização de conceitos Como planejar uma grande campanha de captação de recursos Campanhas para construção e reforma Criação de um fundo patrimonial Estratégias, ferramentas e técnicas para campanhas com valores elevados: Grandes doadores indivíduos Empresas socialmente responsáveis Ferramenta VIC (vínculo, interesse e capacidade) Maquete virtual Material de comunicação e captação adequada Reunião de solicitação (cara a cara) Grandes eventos A necessidade de envolver e sensibilizar toda a organização Prestação de contas e avaliação Casos de sucesso de captação de valores elevados Turmas reduzidas, com no máximo 35 alunos, com participação interativa, facilitando o compartilhamento de idéias e a discussão das questões reais do dia-a-dia dos participantes. FACILITADORES Michel Freller é administrador público formado pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, com aperfeiçoamento em gestão, formatação de projetos e captação de recursos, tanto no Brasil, quanto no exterior. Danilo Tiisel é advogado graduado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP), especializado em Legislação do Terceiro Setor, Gestão para o Terceiro Setor e Direito Ambiental. Membro do Grupo Estratégico da "Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB-SP", atua como consultor jurídico, em gestão e responsabilidade social para organizações do Terceiro Setor e empresas socialmente responsáveis. LOCAL Rua Treze de Maio, 1413 - São Paulo - SP ( próximo ao Metrô Brigadeiro) RESERVAS E INSCRIÇÕES através dos telefones: (11) 3034-6231 ou (11) 8355-0706

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por Luiz Alberto Machado, às 5:36 AM