Um blog destinado à Pesquisa, apresentação de livros e resumos acadêmicos, com a proposta de debater acerca desses temas, tratando desde aspectos metodológicos até condução para desenvolvimento do trabalho acadêmico.
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VARDHAMÂNA – Nataputa Vardhamana (599 a.C – 527 a.C), ou Mahavira – o Grande Herói - foi o fundador e o último dos vinte e quatro Tirthankaras do jainismo Seus ensinamentos envolviam o sentimento de libertação humana das partículas que se agregam às suas almas, seguindo uma vida de ascetismo extremo. Recomendava aos seus adeptos que tomassem cinco votos, que se chamavam mahavratas: o voto de Ahimsa, não-violência, ou seja, não causar mal ou sofrimento a qualquer ser; Satya, evitar a mentira; Asteya, não se apropriar do que não foi dado; Brahmacharya, não faltar à castidade; Aparigraha, não se apegar às posses materiais e não ter apego pelas coisas mundanas. Ele faleceu aos 72 anos, tendo os seus seguidores organizado a religião jaina nos moldes atuais. O JAINISMO - O jainismo foi, como o budismo, um movimento de reforma dentro do hinduísmo. Tomou depois forma como religião independente e existe até os dias de hoje, com mais de dois milhões de adeptos na Índia. O hinduísmo sendo a mais antiga das religiões, abrangia várias crenças, práticas, filosofias e denominações, algumas religiosas e outras não. A Ioga é a principal vertente prática deste rico manancial cultural, e originalmente não havia relações com religião alguma. Foi somente pelo séc. VIII d.C., com a uma grande difusão do Vêdánta pela Índia por Shankara, uma filosofia de caráter espiritualista, quase que uma religião, que a ioga adquire algum caráter espiritualista. O jainismo, portanto, é uma milenar religião e filosofia da Índa, tendo como simbolo a suástica. Foi criada no século VI a.C. por Nataputa Vardhamana, também conhecido como Mahavira. Considera-se que a origem do Jainismo antecede o Bramanismo, embora seja mais provável que tinha surgido na sua forma atual no século V a.C., em resultado da ação religiosa do Mahavira. A palavra jainismo tem as suas origens no verbo sânscrito jin que significa "conquistador". Os seus adeptos devem combater, através de uma série de estágios, as paixões de modo a alcançar a libertação do mundo. Sua visão básica é dualista. A matéria e a mônada vital ou jiva são de natureza distinta, e durante sua vida o ser vivente (seja humano ou animal) tinge sua mônada como resultado de suas ações. Para se purificar, esta religião propõe um extremo ascetismo e o colocar em prática da doutrina da não-violência ou ahimsa. Esses nirgranthas tendiam para a autonomia moral da alma e praticavam conseqüentemente uma severa ascese, cujos preceitos fundamentais eram: não matar, não mentir, não furtar, não fornicar. Chegavam até ao suicídio voluntário para libertar-se da vida deste mundo. Outros estudos apontam que o jainismo teria surgido dois séculos antes, com Parsvanatha, cujo título honorífico de “vencedor” (jaina ou jina, razão da nomenclatura jainismo), também dado a Mahavira, teria sido a origem do nome do sistema. De qualquer forma, esses estudos expressam que coube a Mahavira desenvolver a nova religião. Ele, como Buda, pertencia à casta guerreira, na qual o movimento teve origem, e, voltando-se para uma vida de renúncia e ascetismo, saiu em busca de conhecimento, de como se libertar da roda de Samsara. Tanto o jainismo como o budismo reagiam contra as concepções existentes sobre a Divindade e adotavam posição “não-teísta”, ensinando também que a libertação (moksha) dependia do esforço de cada um e não dos deuses. Ambos protestavam também contra o regime de castas e os privilégios dos brâmanes. Não acreditando em deuses, espíritos ou demônios, os jainistas adotam uma metafísica muito complexa e até contraditória. Dualistas, afirmam que o Universo está dividido em duas categorias últimas e eternas: os seres vivos ou almas (jiva) e as coisas inanimadas ou materiais (ajiva). Entre as últimas distinguem quatro categorias: matéria, movimento, repouso e tempo. Já os seres vivos constituem uma combinação de alma e matéria, reunidas pelo karma (ação) e divididos em oito classes com inúmeras subdivisões. A salvação consiste em liberar-se dos laços materiais e alcançar o nirvana. Para isso devem obedecer às três jóias: o reto conhecimento, a reta fé e a reta conduta: O reto conhecimento defende que prisioneira de um corpo material, a consciência torna-se obscurecida e o conhecimento imperfeito pelas limitações que a matéria lhe impõe, segundo as inexoráveis leis do karma. A alma liberta conhece a Verdade. A reta fé, oriunda da crença de que não há nenhum Criador, ninguém além do próprio indivíduo, auxiliado pelos Tirthankaras, que possa acelerar o processo evolutivo, louvam seus Mestres através de mantras, tomando o cuidado para que suas preces não sejam egoístas. E, por fim, a reta conduta, que valida as duas primeiras. prestam votos de conduta, sendo o mais importante o princípio da não-violência (ahimsa), o ahimsa, não fazer mal a qualquer ser vivo, mesmo que involuntariamente. E no jainismo o princípio do ahimsa, que quer dizer não fazer mal a nenhuma criatura, é mais rigoroso do que no budismo, pois entende como ser vivo também as pedras, o vento, a água etc. Por esta razão alimentam-se do que chamam da primeira vida sensível: nozes, frutas e vegetais. Não podem ser agricultores, para não prejudicar animais, vegetais ou ferir a terra com o arado. Não podem ser marceneiros, ferreiros ou escultores, porque a madeira, o metal e as pedras sofrem dores atrozes quando trabalhadas, etc..E a salvação só pode ser conseguida através de uma extrema renúncia e autodisciplina. Os aspectos doutrinários do jainismo envolvem que apesar de prestarem culto a diversos deuses e deusas, que crêem atuar no mundo físico, os jainas não crêem num Ser superior nem adotam a idéia do Deus Uno. Também consideram que o Tempo é infinito e cíclico. Segundo os jainas, vivemos atualmente num período de movimento descendente, numa Era de infelicidade ('Dukham Kal'), que começou há 2 500 anos e que durará 21 mil anos. Conforme suas doutrinas, o Universo divide-se em cinco mundos, sendo cada um deles habitado por determinado tipo de seres. O Universo é eterno, e crêem que no topo do Universo está a "Morada Suprema" ('Siddhashila'), que é o local onde habitam as almas que alcançaram a libertação (estas almas são denominadas 'Siddhas'). Abaixo encontram-se 'Trinta Céus', habitados por seres celestiais, alguns dos quais caminham para a morada suprema. À semelhança do hinduísmo, o jainismo partilha da crença no karma, embora de uma forma diferente. O karma no jainismo não é apenas um processo em que determinadas ações produzem reações, mas também uma substância física que se agrega às almas. Estão baseados nos doze "Anuprekshas" - a "Matéria de Pensamento Profundo": Todas as coisas mundanas são temporárias; apenas a alma é o único refúgio; este mundo é sem começo e deformado; nada ajuda a alma além de si mesma; corpo e mente são, essencialmente, separados da alma; a alma é essencialmente pura, e o corpo e a mente são impuros; o cativeiro da alma é devido a influência do karma sobre ela; todos os seres devem parar a influência do karma; a liberação é alcançada quando se está absolutamente livre do karma; a alma liberada preenche o espaço; neste mundo, ter um nascimento como ser humano e meditar na natureza da alma é a maior bênção; e ter as três jóias comum descritas pelo onisciente é apenas moralidade. O jainismo continua ainda em vigor na Índia dos dias atuais, embora em proporções modestas, representa uma sabedoria, uma moral, uma vida ascética de tipo estóico. Esta ética depende de uma gnosiologia e de uma metafísica atéia e dualista. Para eles, o mundo é e vem-a-ser: é permanente na sua essência, mutável em suas partes. Distingue dois tipos de conhecimento: um indireto, mediato e imperfeito, quais sejam: a percepção ou conhecimento sensível e o raciocínio; outro direto, intuitivo e perfeito, o conhecimento daquilo que está longe no tempo e no espaço, o conhecimento do pensamento alheio e o conhecimento absoluto que envolve a onisciência. E devido a doutrina da metempsicose, baseada no samsara e no karma, considerando que a vida humana, no mundo, é levada por um vir-a-ser ineloutável, vão e doloroso, cuja causa está nos atos humanos, entre os preceitos da moral jainista é rigorosamente proibido matar todo ser vivo, diversamente do bramanismo, que impunha sacrifícios de animais tendo pratico outrora, talvez, sacrifícios humanos.
FONTES BIBLIOGRÁFICAS: CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2002. COURTILIER, Gaston. As Antigas Civilizações da Índia . Rio de Janeiro Editions Ferni, 1978. JAIN, Jagdish Chandra. Jainismo : vida e obra de mahavira vardhamana / Jagdish Chandra Jain, Mahavira Vardhamana. São Paulo : Palas Athena, 1982. PADOVANI, Umberto; CASTAGNOLA, Luis. Historia da filosofia.São Paulo: Melhoramentos, 1978. PIAZZA, Waldomiro. Religiões da Humanidade. São Paulo: Loyola, 1988. WILGES, Irineu. Cultura religiosa. As religiões no mundo. Petrópolis: Vozes, 1987.
BEDA (c.673-735) – Beda é em geral retratado como um escritor notavelmente inclinado aos milagres. E, na verdade, quando alguém examina a obra pela qual ele é mais relembrado – The eclesiastical history of the english people (731 d.C) -, na é difícil constatar o porquê. Nessa obra, é possível ler acerca do cego que consegue recobrar a visão, de tempestades abrandadas e de cidades salvas da destruição pela graça de Deus. Citações desse tipo, embora com o intuito de tornar a leitura mais agradável, também podem impedir que os leitores modernos respeitem-no como historiador. Praticamente tudo o que sabemos sobre a vida de Beda provém do último livro da obra intitulada The eclesiastical history of the english people, onde consta que ele nasceu perto do mosteiro inglês de Wearmouth, por volta de 673. aos 7 anos de idade, seus pais deixaram-no nesse mosteiro aos cuidados dos monges. Dois anos depois, o fundador do mosteiro, o abade Benedict Biscop, enviou Beda e vinte outros monges à margem sul do rio Tyne, onde eles estabeleceram a comuniddade de Jarrow. Beda foi ordenado diácono, em 692, e padre, por volta de 703. embora Beda tenha visitado Lindisfarne Priory em Holy Sland e possivelmente York, passou o resto da vida em Jarrow. Lá, utilizou-se da impressionante biblioteca que Biscop formou e escreveu inúmeras obras sobre a escritura sagrada e o latim, hagiografias, cronografia e história. Beda morreu em 735. no século XI seus restos mortais foram exumados e transferidos para Durham por motivo de segurança. Algum tempo depois foram dispensados, mas sua sepultura ainda pode ser vista na catedral de Durham. Por meio de seus escritos Beda esparava ajudar as pessoas a converter-se à doutrina cristã. E isso significava, em primeiro lugar, ensinar a seus confrades o idioma oficial da igreja: o latim. Beda beneficiou-se das obras dos gramáticos latinos do fim da Antiguidade para compor diversas obras de gramática e ortografia. Além disso, ele reconheceu a importância do vernáculo, ou seja, o inglês antigo, na catequese cristã. Os interesses de Beda por cronologia e hagiografia foram reunidos em sua obra History, na qual ele nos oferece uma compreensão clara e valiosa da evolução eclesiástica e política de um período compreendido entre 597 e 731, sobre o qual há poucas outras fontes remanescentes. Para Beda, os bretões eram como os hebreus no que se refere à sua temporada no Sinai, a caminho da Terra Prometida. Quando redigiu a obra History, Beda teve de usar as poucas fontes disponíveis e na maioria das vezes estava cronologicamente distante dos eventos por ele descritos. No entanto, ele vai bem longe para nos assegurar de que trabalhou com afinco no sentido de examinar minuciosamente os eventos que foram narrados. Nos anos subseqüentes, History foi usada para apoiar as alegações dos católicos romanos e igualmente dos protestantes.
FONTE: HUGHES-WARRINGTON, Marnie. 50 grandes pensadores da história. São Paulo: Contexto, 2002.
WALTER BENJAMIN: IMAGENS - Carlos Pernisa Júnior, Fernando Fábio Fiorese Furtado e Nilson Assunção Alvarenga (orgs.) Mauad Editora 2008 “Já se disse que ‘o analfabeto do futuro não será quem não sabe escrever, e sim quem não sabe fotografar’. Mas um fotógrafo que não sabe ler suas próprias imagens não é pior que um analfabeto?” Walter Benjamin é um dos pensadores alemães que tem seu nome ligado à chamada Escola de Frankfurt, ao lado de nomes como Adorno e Horkheimer, no entanto, destaca-se do grupo por manter uma relação de aproximação e distanciamento com outros de seus membros. Seu trabalho, por vezes, foi considerado menor, principalmente entre os filósofos, pois se dirigia a áreas pouco exploradas pelos estudiosos da época, como o brinquedo, o cinema, entre outros. Dos diversos temas abordados por ele, destaca-se a questão da imagem. O livro “Walter Benjamin: imagens” vai buscar a relação do pensador alemão com a fotografia, o cinema e o pensamento. Partindo da análise de obras do autor e de seus comentaristas, procura-se pesquisar a fundo a questão, trazendo para os dias atuais a reflexão de Benjamin, importante não só em sua época como hoje. Assim, Gabriel Collares Barbosa estuda as questões técnicas da fotografia. Carlos Pernisa Júnior e Marisa Aparecida Pereira Landim analisam a imagem no pensamento de Benjamin, com suas implicações no campo da linguagem e das artes. Nilson Assunção Alvarenga e Gabriel de Barcelos Sotomaior vão tratar do cinema e suas relações com a produção e a recepção das imagens. “A imagem em Walter Benjamin é parte de um processo de construção de linhas de pensamento. Transformada em palavra – ou até feita das próprias palavras –, a imagem torna-se integrante de uma maneira de Benjamin compreender o mundo. Ele não só pensa por meio de imagens, ele também pensa com imagens”. Benjamim questiona a forma de apresentação do pensamento. Ele busca fugir ao modelo científico e à argumentação conceitual e sistemática que constituem a maneira de apresentação da filosofia tradicional. Para ele, este modelo teria predominância histórica, mas não seria o único e outras referências deveriam ser buscadas. Surge, então, a proposta de uma epistemologia não conceitual, uma nova forma de apresentação do pensamento. Um pensamento seria construído através de noções visualizadas, imagens seriam utilizadas na sua construção, ou seja, a construção de um novo paradigma estético, cuja tentativa é pensar através de imagens. Aqui fica clara a valorização da imagem na escrita de Benjamim, pois ela se torna fundamental no desenvolvimento de sua filosofia. Com esta aproximação entre pensamento e imagens, o autor também está aproximando a filosofia e a arte, e idéias e pensamentos vão ganhando movimento. Walter Benjamin destacou que logo nos primeiros anos da invenção do daguerreótipo já se vislumbrava a possibilidade de utilizar a técnica fotográfica com fins lucrativos. Assim, há fenômenos que atualmente se impõem avassaladores e merecem análise que vá além daquela que estuda as técnicas empregadas pelos publicitários na vulgarização dos “daguerreótipos da contemporaneidade”: o “sistema digital” na manipulação de verossimilhança(s) pela indústria cultural e os desafios que daí se sucedem como a perda da memória, a (re)produtibilidade de acontecimentos como mero valor de troca (e não como valor de uso) e os infindáveis recursos digitais que afastam o produtor do objeto numa espécie de alienação por mecanismo de telerrealidade. O legado de Benjamin sugere ainda que devemos ir além do maniqueísmo que está a aprisionar o debate num inócuo binômio: “a arte como fotografia” ou “a fotografia como arte” que cisma em nortear os trabalhos acadêmicos. Sobre os organizadores Carlos Pernisa Júnior é graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF, 1990), mestre e doutor em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 1995 e 2000). Hoje é professor adjunto da UFJF. Atua na área de Comunicação, com ênfase em Tecnologias da Comunicação e Cinema. Fernando Fábio Fiorese Furtado é graduado em Comunicação pela UFJF, mestre em Comunicação (1991) e doutor em Letras (2001) pela UFRJ. Atualmente é professor adjunto da UFJF. Tem nove livros publicados. Atua na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária. Suas atividades profissionais estão concentradas em Literatura, Poesia, Cinema, Comunicação e Cultura, Pós-modernidade, Semiótica e Novas Tecnologias. Nilson Assunção Alvarenga é graduado em Comunicação Social pela UFJF (1996), mestre em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj, 1999) e doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio, 2003). Atualmente é professor adjunto da UFJF. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Teoria da Comunicação, Planejamento Visual e Cinema. Mauad Editora R. Joaquim Silva, 98/5º andar – Lapa | Rio de Janeiro (RJ) Tel.: (21) 3479-7422 | (21) 3479-7400 (fax) | Skype: mauad.editor
SEMINÁRIO - Seminário Leituras Clássicas - O Instituto Estadual do Livro está promovendo até dezembro de 2008, o seminário Leituras Clássicas com o objetivo de discutir ao longo de oito encontros obras e autores que se tornaram referência no cenário cultural e literário da atualidade. Os encontros ocorrem das 18h30min às 20h45min. Certificado para participantes com mais de 75% de presença. Maiores informações: Instituto Estadual do Livro: http://www.iel.rs.gov.br Para maiores informações: 51 3311 7311 e 51 3311 7299 + Seminário "Polo Siderúrgico de Sepetiba: Desenvolvimento para que? para quem?" Local: Igreja do Desterro - Campo Grande 27 e 28 de julho de 2008 No mês do Meio Ambiente: "RECICLANDO FUTUROS" EM SANTA TERESA A ONG ambientalista Integração Cena Urbana convida para a inauguração de sua Galeria Nômade de Arte Reciclada e Consciência Ambiental Acontecerá no Largo do Guimarães em Santa Teresa. Dias 28 e 29 de junho das 14:00 às 18:00hs. Trata-se de uma Intervenção Urbana cuja intenção é mobilizar a sociedade carioca para questões fundamentais ligadas à prática dos 3 R'S ( Reduzir, Reutilizar, Reciclar) em suas ações cotidianas Programação do final de Semana com eventos ao Ar Livre.
OFICINA - A Oficina de Criação Literária da ULBRA de Gravataí, ministrada pelo escritor Ítalo Ogliari, terá nova turma a partir de setembro deste ano. As vagas são limitadas! Para maiores informações: www.oficinaulbra.blogspot.com + Oficina de Contação de Histórias "Saboreando as Palavras" Programa: contação de vivências narrativas; rememoração de narrativas: cantigas de ninar e cantigas de roda; atividades lúdicas: sons, palavras e ritmos: parlendas, trava-línguas e adivinhações; dinâmica de grupo: o jogo das rimas; produção coletiva de quadrinhas; leitura e análise literária de contos populares, variantes de um mesmo tema; contação de histórias; bibliografia; entrega de certificados. Biblioteca Popular "Machado de Assis" de Botafogo (RJ) Rua Farani, 53 - (próx. à Universidade Santa Úrsula) Dias: 16, 23 e 30 de julho de 2008 (quartas-feiras) Horário: das 14:00 às 17:00 horas Inscrição: por telefone ou e-mail: 2551-3572 - sonia.sampaio@oi.com.br 3237-7237 - dekateubl@yahoo.com.br até o dia 15/07/2008
PALESTRA – O cantor e percussionista Danúbio Barbosa Lima, 87 anos, realizará palestra sobre o tema “A música cearense nos anos 1940 e 1950 e os Vocalistas Tropicais”, dentro do programa Museu Vivo, a realizar-se no auditório do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – 3º andar – Centro – fone: (85) 3464.3108), na próxima quinta-feira, 26, às 18 horas. Criado em Fortaleza no início da década de 1940, o conjunto Vocalistas Tropicais, cujos primeiros componentes foram Danúbio Barbosa Lima, Nilo Xavier Mota, Paulo Eduardo Sucupira, José Eduardo Pamplona, Vicente Ferreira da Silva e Paulo de Tarso Siqueira, obteve êxito expressivo com sua atuação na PRE-9, prefixo e nome popular da Ceará Rádio Clube, emissora cearense dos Diários Associados. O sexteto excursionou em 1944 pelo Maranhão, seguindo em 1945 para Manaus, até se fixar no Rio de Janeiro em 1946, onde conquistou auditórios e consolidou vitoriosa carreira, interpretando balanceios, marchas e sambas. Com o apoio de João Calmon, diretor dos Diários Associados, os Vocalistas Tropicais foram contratados pela Rádio Tupi, e ao chegarem na então Capital Federal (Rio de Janeiro) causaram surpresa pelo tom peculiar e harmonioso dos arranjos vocais, priorizando repertório composto de ritmos e temas regionais. O tema será apresentado por Danúbio, um dos remanescentes do grupo, residente em Fortaleza e merecidamente homenageado com o troféu Eusélio Oliveira na 13ª edição do Festival Cine Ceará. Os Vocalistas Tropicais (texto de Calé Alencar) Em face do sucesso obtido, na região sudeste do Brasil, pelos 4 Azes & 1 Curinga, outro notável grupo vocal composto por cearenses, os integrantes dos Vocalistas Tropicais seguiram o mesmo itinerário, contando ainda com o incentivo de artistas renomados, quando de suas vindas a Fortaleza, ressaltando qualidades no grupo compatíveis com outras formações do cenário musical brasileiro. Após a gravação de alguns acetatos em 1942 e o experimento de diversas formações, ainda na capital cearense, o grupo fixou-se com os seguintes integrantes: Nilo Mota, pandeiro e canto; Danúbio Barbosa Lima, tantan e canto; Paulo Sucupira, violão e canto; Evandro de Sousa, violão e canto; Artur de Oliveira, violão, afoxé e canto; e Paulo de Tarso, violão tenor. Antes de seguirem para o Rio, realizaram uma temporada de grande sucesso em Salvador. Nesta etapa da viagem encontraram o cantor e compositor cearense Gilberto Milfont, de brilhante presença na história da música popular brasileira, a quem convenceram a acompanhá-los, chegando ao Rio em 1º. de janeiro de 1946. No Rio, o grupo passou a atuar na Rádio Tupi e no Cassino Atlântico, sendo dirigidos pelo compositor cearense Paurillo Barroso no musical Balanceio. Ainda em janeiro, o grupo cearense assinou contrato com a gravadora Odeon, sendo que sua primeira gravação em disco ocorreu no dia 6 de fevereiro de 1946. Em meio ao êxito de sua carreira musical no Rio, o grupo participou de vários filmes, sendo o primeiro deles Caídos do Céu, no qual atuaram ao lado da atriz e comediante Dercy Gonçalves. O disco de estréia dos Vocalistas Tropicais registrou, no lado A, o fox Papai, Mamãe, Você e Eu, composição de Paulo Sucupira. No lado B, o disco trouxe o balanceio Tão Fácil, Tão Bom, composição de Lauro Maia, também interpretada pelo grupo no filme Caídos do Céu. O ritmo balanceio foi criado por Danúbio Barbosa Lima e Aleardo Freitas, tornando-se um verdadeiro precursor do baião de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. O balanceio seria amplamente difundido através das composições de Lauro Maia, sendo que a primeira composição utilizando este ritmo, criação de Aleardo Freitas e gravada em acetato pelos Vocalistas Tropicais, recebeu o título de Tiririca. Dentre os maiores êxitos musicais dos Vocalistas Tropicais incluem-se Daqui Não Saio e Tomara Que Chova, de Romeu Gentil & Paquito; Jacarepaguá, de Marino Pinto, Romeu Gentil & Paquito; Turma do Funil, de Mirabeau & Urgel de Castro; A Maior Maria, de João de Deus da Ressurreição e Gerôncio Cardoso; A Voz do Morro, de Zé Ketti, Taboleiro d’Areia e Tão Fácil, Tão Bom, ambas de Lauro Maia, e Trevo de Quatro Folhas, versão de Nilo Sérgio para o fox de Harry Wood e Mort Dixon. Os Vocalistas Tropicais, cuja formação mais duradoura incluía além de Danúbio, Nilo e Evandro, o cearense Artur e o pernambucano Arlindo, também participaram dos filmes Depois Eu Conto, com Anselmo Duarte, Eliana e Grande Otelo; Guerra Ao Samba, com Cyll Farney, Eliana e Renata Fronzi; e Carnaval no Fogo, um dos maiores sucessos da Atlântida, estrelado por Cyll Farney, Oscarito e Grande Otelo, no qual o grupo interpreta a marcha Daqui Não Saio, além de figurar no documentário Assim Era A Atlântida, produzido por Carlos Manga. Em 2003, os Vocalistas Tropicais viraram tema do documentário Fragmentos de Harmonia, produzido por Nilo Mota, filho de um dos integrantes do grupo, utilizando acervo de fotos, gravações em acetato e discos de cera, além do precioso depoimento de Danúbio Barbosa Lima, um dos remanescentes do grupo, residente em Fortaleza e merecidamente homenageado com o troféu Eusélio Oliveira, na 13ª. edição do Cine Ceará. Alvo de outras homenagens, Danúbio recebeu da Câmara Municipal de Fortaleza a Medalha Lauro Maia, por sua contribuição à Música Popular Brasileira, e o troféu Prova de Fogo – 70 Anos de Samba e Tradição, em reconhecimento ao seu importante papel na história do carnaval brasileiro. ENTREVISTAS E INFORMAÇÕES ADICIONAIS: Aurora Miranda Leão (produtora desta edição do programa Museu Vivo) – (85) 9111.4295 – auroraleao@hotmail.com Jacqueline Medeiros (coordenadora desta edição do programa Museu Vivo) – (85) 3464.3184 / 8851.5548 – jacquerlm@bnb.gov.br Luciano Sá (assessor de imprensa do Centro Cultural Banco do Nordeste) – (85) 3464.3196 / 8736.9232 – lucianoms@bnb.gov.br
E. K. HUNT & SHERMAN, Howard J. – HISTÓRIA DO PENSAMENTO ECONOMICO – Livro que aborda a ideologia da europa pre-capitalista, passando para a transição do capitalismo e a elaboração do pensamento mercantilista e seu conflito, o liberalismo clássico e o triunfo do capitalismo industrial, as doutrinas socialistas, a formação do capitalismo corporativo e a defesa do laissez-faire, a consolidação do poder monopolista e a nova ética paternalista cristã, a prosperidade econômica e o socialismo evolucionário, imperialismo e socialismo revolucionário, a teoria econômica keynesiana e a grande depressão, o capitalismo americano e seus defensores e críticos radicais.
FONTE: HUNT, E.K; SHERMAN, Howard J. Historia do pensamento economico. Petrópolis: Vozes, 1978.
SEMINÁRIO AMÉRICA PLATINA - O II Seminário Internacional América Platina estará recebendo inscrições de resumos até o dia 10 de julho. Com o tema Diálogo Regional e Dilemas Contemporâneos, o evento tem por objetivo promover o diálogo entre as Ciências Humanas e áreas afins, avivar o interesse pelos estudos na região, suscitar o encontro de pesquisadores do Brasil, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Chile e Argentina, integrando universidades e programas de pós-graduação. Os eixos temáticos para apresentação dos resumos são: I – Educação, linguagem e literatura. II – Fluxos econômicos, aspectos jurídicos e diálogo regional; III – História, memória e identidade; IV – Sustentabilidade e dilemas ambientais; V – Fronteira e Relações de Vizinhança; VI – Dinâmica urbana e movimentos rurais. Os resumos devem conter o Título, Autor(es), Origens, Eixo Temático, no máximo 800 caracteres e palavras-chave. Os resumos podem ser enviados em português ou espanhol para o e-mail americaplatina2@gmail.com. Os valores para a inscrição são: professores e estudantes de Pós-graduação (stricto sensu) com apresentação de trabalho R$ 100, sem R$ 120 e estrangeiros U$ 50. Estudantes de iniciação científica com apresentação de trabalho R$ 40, sem R$ 60 e estrangeiros U$ 20. Outros participantes: brasileiros R$ 60 e estrangeiros U$ 20. A divulgação dos resumos aceites será realizada entre os dias 20 e 31 de julho. O envio dos textos completos e dos resumos expandidos está previsto para o período de 01 de agosto a 30 de setembro. As inscrições para o evento estarão abertas a partir do dia 1º de agosto. A divulgação do ISBN dos Anais do Evento será em outubro. O Seminário será realizado entre os dias 05 e 08 de novembro, no Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS) da UFMS. Diana Gaúna ACS/RTR.
PATRICK GARDINER – TEORIAS DA HISTÓRIA – Livro que aborda do antologista como filósofo analista da historia, a sociedade, a escola e filosofia, o condicionamento sócio-cultural de um curriculum vitae, da antologia e do seu destino sócio-cultural, tudo envolvendo a problemática sócio-cultural de um curriculum filosófico.
FONTE: GARDINER, Patrick. Teorias da História. Lisboa: Fundação Calouste Gulnenkian, 1964.
PHILIPPE ARIÉS – O TEMPO DA HISTÓRIA - O livro “O tempo da História” de Philippe Áries traz uma abordagem a partir da descoberta da história por uma criança, o confronto entre a história marxista e a conservadora, p empenhamento do homem moderno na história, a atitude perante a história na Idade Média, do século XVII, a história científica e na civilização moderna.
FONTE: ARIÉS, Philippe. O tempo da história. Lisboa: Relógio d´Agua, 1992.
G. J. WHITROW – O TEMPO NA HISTÓRIA - O livro “O tempo na História: concepção do tempo da pré-história aos nossos dias”, de G. J. Whitrow, traz uma abordagem a partir da consciência do tempo articulado com o tempo e vida civil, sentido do tempo e a humanidade, para definir o tempo, linguagem e número, as bases naturais de medição na sociedade contemporânea para, a partir daí, passar para uma abordagem sobre o tempo na antiguidade e na idade média, considerando o tempo nos primórdios da história, pré-história, Egito antigo, Suméria, Babilônia e Irã antigo, o tempo na antiguidade clássica envolvendo a Grécia e a civilização helênica, Israel antigo e Roma imperial, passando pelo tempo na Idade Média a partir da Europa medieval, o mundo islâmico, a periodização da história e o milenarismo, a medição do tempo, o tempo no Extremo Oriente e na Mesoamérica, Índia, China e os maias. Logo em seguida traz o tempo no mundo moderno, considerando o advento do relógio mecânico, a invenção do esapo de haste e a influencia social do relógio. Depois traz o tempo e história no Renascimento e a revolução científica, a Reforma do calendário, o relógio de pêndulo e a idéia do universo como um relógio, as atitude em face do tempo e da história nos séculos XVI e XVII, no séc. XVIII, a invenção do cronômetro marinho e a descoberta da perspectiva histórica, a evolução e revolução industrial, o universo evolucionário e o papel do tempo na sociedade industrial moderna, os conceitos concorrentes de tempo, instante e duração, tempo relativístico e cósmico, a relação do tempo com a história e o progresso, a crença e a sociedade computadorizada. Nos apêndices traz abordagem acerca dos anos bissextos, o ciclo calendário metonico e o calculo da páscoa.
FONTE: WHITROW, G. J. O tempo na história: concepções da pré-história aos nossos dias. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.
AGNES HELLER – UMA TEORIA DA HISTÓRIA - O livro “Uma teoria da História” de Agner Heller traz uma abordagem cerca da Historicidade partindo dos estágios da consciência histórica, presente, passado e futuro, a consciência histórica cotidiana como fundamento da historiografia e da filosofia da história. Em seguida traz a Historiografia como episthémé, tratando das ressalvas introdutórias, o passado, presente e futuro na historiografia, os seus valores, os juízos morais, normas concretas para a pesquisa, teoria e método, princípios organizadores, explicativos e orientadores, a teoria mais elevada e aquela aplicada. Depois traz o sentido e verdade na história e a sua filosofia, abordando a especificidade da filosofia da história, a noção de desenvolvimento universal como categoria fundamental da filosofia da história, as leis históricas universais, objetivo, lei e necessidade, holismo e individualismo, a filosofia da história e a idéia de socialismo. Por fim, traz uma introdução a uma teoria da história observado a condição d resgate, do progresso se ilusão ou não, necessidade da utopia e algumas notas sobre o sentido da existência histórica.
FONTE: HELLER, Agnes. Uma teoria da história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1981.
DICAS & DICAS PRO FINAL DE SEMANA & TATARITARITATÁ!!!
LABORATÓRIO DE POÉTICAS - ENCONTROS, PALESTRAS E DEBATES - O Ponto de Cultura Laboratório de Poéticas, revista voltada à diversidade cultural em Diadema, realiza periodicamente ciclos de discussões, oficinas, palestras, recitais e outros eventos. Estas são algumas das atividades programadas para 2008. http://www.labpoeticas.org CAFÉ POR ACASO - CICLO MULTICULTURALISMO E DIVERSIDADE Realizado pelo Núcleo de Pesquisa Le Hasard. Com mediação de Jimmy Brandon Ávila, o Café Por Acaso é um núcleo de discussões sobre temas contemporâneos. O ciclo Multiculturalismo e Diversidade abordará os seguintes tópicos: HIBRIDISMO E IDENTIDADE CULTURAL - 19/7, às 15 h & ESTUDOS CULTURAIS E MULTICULTURALISMO - 2/8, às 15 h & A TERCEIRA CULTURA - 6/9, às 15 h. GESTÃO CULTURAL E CAPTAÇÃO DE RECURSOS Série de 5 encontros com o captador de recursos Gilbert Bijoux. Esta breve oficina de gestão cultural focalizará questões como elaboração de projetos e abordagens para a captação de recursos. Dias 21, 28/6, 5 e 12/7, às 14 h POESIA E PROSA FICCIONAL Série de 6 encontros com o contista e romancista João Silvério Trevisan. Constituindo uma rápida oficina de criação literária, as atividades pretendem subsidiar trabalhos práticos do ponto de vista das técnicas necessárias a um bom texto literário, abordando questões como estruturas narrativas ou poemáticas, construção de personagens ficcionais e noções de ritmo. Dias 21, 28/8, 4 e 11/9, às 19 h A CENA E O TEATRO NA CONTEMPORANEIDADE Encontro com Silvana Garcia, dramaturga, professora de Teoria do Teatro na ECA/USP e autora de livros como Teatro da Militância. Uma conversa sobre alguns dos aspectos das artes cênicas na atualidade. Dia 9/8, às 15 h. PRODUÇÃO DE REVISTA IMPRESSA E DIGITAL Atividades de formação interna voltada aos redatores, colaboradores e visitantes da revista Laboratório de Poéticas - Antenas & Raízes. Ao longo de todo o período de 2008 o Ponto de Cultura realiza encontros de criação editorial através de workshops, abordando questões como projeto gráfico e criação de web-sites. As atividades ocorrem no porão do Centro de Memória (Av. Alda, 255, Praça da Moça, Diadema). São voltadas a escritores, pesquisadores, artistas e interessados em geral (maiores de idade). Não há necessidade de inscrição prévia. Programação sujeita a alterações. E lançamento da revista Laboratório de Poéticas (Antenas & Raízes) nº 2 22 de junho de 2008, às 15 horas Centro de Memória de Diadema (Av. Alda, 255, Praça da Moça, Diadema, SP.) Ponto de Cultura LABORATÓRIO DE POÉTICAS Imaginário & Diversidade Cultural em Diadema http://www.labpoeticas.org
SEMINÁRIOS INTERSEMIÓTICOS - Coordenação: Prof. Dr. Latuf Isaias Mucci Organização: Fabio Cerdera; Gisele Andrade; Jane Malafaia; Ricardo Portella Datas/horários: 24/06/2008 Será emitido certificado de participação aos que comparecerem nos dois dias. Local de realização: UFF - Coordenação de pós-graduação em Letras R. Prof. Marcos Waldemar de Freitas Reis, s/nº Campus do Gragoatá – Bloco - salas 214 e 218 Sao Domingos - Niterói - RJ Confirme sua participação para: portella2@gmail.com 24/06 (sala 214 - bloco Entre bruxos e guris: análise da teoria do efeito a partir dos diálogos entre Machados de Assis e Eça de Queiroz, Chico Buarque de Hollanda e Vinicius de Moraes - Felipe Eugenio dos Santos Silva Muta poesis, eloquens pictura: traduzibilidade intercódigos - Gisele Nery de Andrade Metalinguagem da tradução - Maria das Gracas Nogueira Metáfora: resíduo da Retórica - Jane Malafaia "Ouvindo Rosa": barbarismo dissonante - Leandro Domith Arte, literatura e mídia: a escrita em blog - Raquel Alves Computador: a maquina retórica - Ricardo Portella Uma analise da canção "Tropicália" - Rodrigo Marconi O texto na música de Wagner - Rubens Oliveira O enunciado fotográfico entre o discurso e a historia - Sergio T. Machado A Teoria da Recepção na fotografia de Chema Madoz - Tatiana Xerez Confirme sua participação para: portella2@gmail.com Info: Fabio Cerdera Gisele Andrade Jane Malafaia Ricardo Portella
RUMOS ARTES VISUAIS - Inscrições Prorrogadas até 24 de junho - O Itaú Cultural ampliou em duas semanas a data limite para as inscrições de projetos na quarta edição Rumos Itaú Cultural Artes Visuais, cujo edital foi lançado em março. Os interessados em participar agora tem até o dia 24 de junho para enviar o seu projeto à instituição. A inscrição deve ser feita mediante preenchimento de ficha - no site do instituto (www.itaucultural.org.br) ou impresso, por correio - e também do envio de portifólio com obras produzidas a partir de 2005, inéditas ou não: entre fotografias, esculturas, objetos, pinturas, gravuras, desenhos, instalações, videoinstalações, site specifics, intervenções, novas tecnologias e performances. Os resultados serão divulgados em agosto, por meio da imprensa e do site. O programa é voltado a artistas emergentes com atuação no Brasil que tenham obras, inéditas ou não, produzidas a partir de 2005. Uma comissão autônoma, formada por especialistas nas área, selecionará até 45 portfólios. Posteriormente, eles serão exibidos integralmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, em 2009, e em mais quatro cidades (a definir), com diferentes recortes curatoriais para cada uma. Os trabalhos serão divulgados, ainda, em catálogo geral analítico, a ser publicado no final do processo, e no site do Itaú Cultural. A premiação inclui quatro bolsas-ateliê no Brasil e no exterior para artistas que se destacarem durante o programa, com valor a ser definido. Regulamento e formulário de inscrição: www.itaucultural.org.br/rumos SERVIÇO Inscrições: Rumos Artes Visuais Até 24 de junho de 2008 Pelo site www.itaucultural.org.br/rumos Itaú Cultural Av.Paulista, 149 - Metrô Brigadeiro Fones: (11) 2168-1776/ 1777 www.itaucultural.org.br
LONA VERDE - Evento Lona Verde Dia: 20.06.2008 – sexta feira - Das 09 às 18:00hs Local: Lona Cultural Renato Russo - Aterro do Cocotá - Ilha do Governador Cronograma de Atividades 09:00hs Yoga Exposição de objetos feitos á partir de recicláveis. 10:00hs Abertura com alunos, professores, ambientalistas, representantes de ass. de moradores, pescadores, catadores, e a comunidade, juntos plantaremos a semente da sustentabilidade ambiental. Presença da Sub-Secretaria de Cultura Maria Alice Sabóia (a confirmar) Show com Mirian Stanchi, Marcelo Alves, Guil e Convidados. 11:00hs Exibição do video "Tá Limpo", comentário do educador ambiental Guil e componentes do Cine Arte Maracajá. 11:30hs Documentário do Greenpeace sobre Aquecimento Global. 12:00hs Visita guiada ao entorno com a guia de turismo ecológico Márcia Gualberto 12:00hs Culinária Alternativa 12:00hs Fabricação de sabão à partir da reciclagem do óleo de cozinha. 13:00hs Oficina de reciclagem 1 Fuxico – Mirian Sucata – Vavá Papel – Guil Pet – Angélica Compostagem - Luiz Poeta Confecção de máscaras, desenhos e caricaturas, com o artista plástico Tiago de Souza. 14:00hs aula teórica e prática de horta artesanal agroecológica, Luiz Poeta (ONG Verdejar). 15:00hs Dinâmica de grupo Prof. Sheila França. 15:30hs Video sobre Chico Mendes. 16:00hs Fórum de debate: Cooperativismo, desenvolvimento e sustentabilidade ambiental (Abertura exibição do documentário Ilha das Flores, de Jorge Furtado).Local: Biblioteca Euclides da Cunha. Palestrantes: Sérgio Ricardo (Ambientalista), Aroldo Martins (Presidente Estadual da Ricamaré), Roza (Ass. de Moradores da Freguesia), e representantes do poder público. 18:00hs Encerramento com show musical, Artistas do Bairro e convidados. Telefone Contato: 2456-2143/8568-1802-3363-8324 Evento Lona Verde Dia: 20.06.2008 - sexta feira - Das 09 às 18:00hs Local: Lona Cultural Renato Russo - Aterro do Cocotá - Ilha do Governador
SEMINÁRIO - Seminário Pólo Siderúrgico de Sepetiba. Desenvolvimento para que? E para quem? Data: 27 e 28 de junho de 2008 (9 - 18 h) Local: Igreja de Nossa Senhora do Desterro Campo Grande.
SEMCINE - Estão abertas as inscrições para o IV Semcine - Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual da Bahia, que acontece entre 21 e 26 de julho, em Salvador. O evento se destaca na promoção de intercâmbio cultural, discussões e reflexões sobre a criação, produção, circulação e consumo do audiovisual. A novidade este ano é a parceria com o Festival des 3 Continents de Nantes, que vem com o workshop Produire au Sud, para o desenvolvimento de seis projetos brasileiros de longa-metragem para o mercado internacional. O valor da inscrição para os seis dias de evento é de R$ 40 (quarenta reais -inteira) e R$ 20 (vinte reais- meia), para estudantes e maiores de 60 anos. Com esta única taxa o público garante acesso a todas as sessões de filmes, palestras e debates, incluindo o certificado de participação no evento. Inscrição e outras informações: www.seminariodecinema.com.br/.
FESTIVAL DE VIDEOCLIPES - Estão abertas as inscrições para o IV Festival de Videoclipes do Curta Santos. Podem inscrever-se videoclipes produzidos em todas as regiões do país, produzidos em qualquer ano , de bandas, artistas, compositores de quaisquer estilos musicais. As inscrições seguem até 7 de julho. Outras informações: www.curtasantos.com/.
FOMENTO CULTURAL - Estão abertas, até 22 de julho, as inscrições para os cinco editais nas áreas de Artes Visuais, Dança, Música e Teatro, através do Fundo de Cultura. "Matilde Matos de Apoio à Curadoria e Montagem de exposições", "Yanka Rudzka de Apoio à Montagem de Espetáculos de Dança", "Apoio à Produção de Conteúdo Digital em Música", "Manoel Lopes Pontes de Apoio à Montagem de Espetáculos de Teatro" e "68+40" são as possibilidades de fomento disponíveis. Todos os editais são voltados à realização de projetos na Bahia, com execução prevista até abril de 2009, com investimentos que chegam a R$ 100 mil por projeto. No total, R$ 1,5 milhão será investido nos apoios concedidos que, juntos, devem contemplar, no mínimo, 38 iniciativas artísticas inéditas. Inscrição e outras informações: www. funceb.ba.gov.br , (71) 3103.4119.
CURSOS E SEMINÁRIOS Workshop com Eder Santos Inscrições até 20 de junho de 2008 Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM BA Av. Contorno Solar do Unhão Salvador – BA 71-3117-6141 ou mam@mam.ba.gov.br & www.mam.ba.gov.br Integrando a programação de atividades de Eder Santos no Museu de Arte Moderna da Bahia, será realizado um workshop com o artista de 30 de junho a 04 de julho. Com o tema "Sons para imagens e imagens para sons", Eder e Paulo Santos (músico do Uakti e seu parceiro nos trabalhos em vídeo) desenvolverão uma série de exercícios para criação de imagens para sons e de ritmos para imagens. As inscrições podem ser realizadas no Núcleo de Arte e Educação do MAM, de 10 a 20 de junho, no valor de R$ 50 reais. As aulas serão ministradas das 13h às 19h, no galpão de cursos e oficinas e pelo Solar do Unhão. O workshop destina-se a artistas, vídeo-makers, publicitários, designers, estudantes e professores de áreas ligadas ao tema. Os participantes devem ter mais de 18 anos e possuir câmera digital (fotográfico com dupla função ou filmadora). Para se inscrever, os interessados devem entrar em contato com o Núcleo de Arte e Educação do MAM, através do telefone (71) 3117 6141. Info: www.canalcontemporaneo.art.br
COLEÇÃO FILOSOFIA FRENTE & VERSO - A Editora Globo e o SESC Serviço Social do Comércio convidam para o lançamento da coleção Filosofia frente & verso. Encontro com os autores José Luiz Furtado (Amor), José de Anchieta Corrêa (Morte) Mediação do organizador Alexandre Carrasco. Dia 26 de junho de 2008, quinta-feira, às 20h Auditório SESC Vila Mariana Rua Pelotas, 141 - Fone: 5080-3000 De terça a sexta, das 9h às 21h30 Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30 email@vilamariana.sescsp.org.br Visite: http://www.sescsp.org.br 0800-118220
ENILDO MARINHO GUEDES – CURSO DE METODOLOGIA CIENTIFICA – livro que aborda do mundo à mente e da mente ao mundo, envolvendo a produção do conhecimento, epistemologia, algumas reflexões acerca do conhecimento sob varias perspectivas, o objeto do conhecimento, o sujeito no processo do conhecimento e a problemática da verdade. Em seguida traz a formação de conceitos acerca da evolução da faculdade cognitiva, características do conceito, a singularidade, a generalidade e particularidade do conceito, os elementos do conceito, a mediação social na formação do conceito através da linguagem e as propriedades do conceito. Logo apos traz o conceito próprio do senso comum, o conhecimento comum ou espontâneo, características do senso comum e a universidade e o senso comum. Traz em seguida o conhecimento mítico e seu conceito, o conhecimento filosófico, o conhecimento cientifico, a pesquisa, a metodologia e métodos. Na segunda parte do livro vem da mente à mente abordando a reprodução do conhecimento a partir das técnicas de estudo, a universidade, o estudante, a leitura, a documentação de estudo, o seminário, regras gerais de elaboração, confecção e apresentação de trabalhos acadêmicos. Na terceira e última parte traz do utópico ao real e do real ao utópico abordando a ética do conhecimento, a partir das noções gerais de ética, a neutralidade, a objetividade cientifica, a ciência e o poder, o financiamento da pesquisa, o uso do conhecimento, o utópico e a ética do conhecimento, problemas e conflitos humanos e a ética do conhecimento.
Estarei ausente nos próximos dias até o dia 20 de junho quando retornarei do ENCONTRO LUSO-BRASILEIRO DE ESCRITORES que acontecerá em Blumenau, Santa Catarina, entre os dias 12 e 15 de junho. Lá participarei das mesas de debates Temáticas e Linguagens na Prosa Lusófona Contemporânea e Poesia Lusófona – de mares nunca dantes navegados aos horizontes atuais.
Aos diversos convites de palestras, participação de congresso, oficinas, encontros e debates, estarei respondendo quando do meu retorno dia 20. De antemão, obrigado pelos convites.
Ah, outra coisa: Antecipando as comemorações pro dia dos namorados, veja o clipezinho do meu poeminha em canção “O AMOR” abaixo:
E pros festejos juninos da rádio Tataritaritatá, veja também o clipezinho do forró que fiz em parceria com o saudoso Félix Porfirio “PERDI A NOÇÃO DE SER FELIZ” abaixo:
“PRINCÍPIOS DA CARTA DA TERRA: I. RESPEITAR E CUIDAR DA COMUNIDADE DA VIDA 1. Respeitar a Terra e a vida em toda sua diversidade. Reconhecer que todos os seres são interligados e cada forma de vida tem valor, independentemente de sua utilidade para os seres humanos. Afirmar a fé na dignidade inerente de todos os seres humanos e no potencial intelectual, artístico, ético e espiritual da humanidade. 2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor. Aceitar que, com o direito de possuir, administrar e usar os recursos naturais vem o dever de impedir o dano causado ao meio ambiente e de proteger os direitos das pessoas. Assumir que o aumento da liberdade, dos conhecimentos e do poder implica responsabilidade na promoção do bem comum. 3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas. Assegurar que as comunidades em todos níveis garantam os direitos humanos e as liberdades fundamentais e proporcionem a cada um a oportunidade de realizar seu pleno potencial. Promover a justiça econômica e social, propiciando a todos a consecução de uma subsistência significativa e segura, que seja ecologicamente responsável. 4. Garantir as dádivas e a beleza da Terra para as atuais e as futuras gerações. Reconhecer que a liberdade de ação de cada geração é condicionada pelas necessidades das gerações futuras. Transmitir às futuras gerações valores, tradições e instituições que apóiem, em longo prazo, a prosperidade das comunidades humanas e ecológicas da Terra (...)”.
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS: “Artigo I - Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade. Artigo II - Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição. Artigo III - Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. (...)”.
“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Publico e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. (Art. 225 da Constituição Federal do Brasil)
“A humanidade é parte de um vasto universo em evolução. A Terra, nosso lar, está viva com uma comunidade de vida única. As forças da natureza fazem da existência uma aventura exigente e incerta, mas a Terra providenciou as condições essenciais para a evolução da vida. A capacidade de recuperação da comunidade da vida e o bem-estar da humanidade dependem da preservação de uma biosfera saudável com todos seus sistemas ecológicos, uma rica variedade de plantas e animais, solos férteis, águas puras e ar limpo. O meio ambiente global com seus recursos finitos é uma preocupação comum de todas as pessoas. A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é um dever sagrado”. (Terra, nosso lar – CARTA DA TERRA).
FERNAND BRAUDEL – ESCRITOS SOBRE A HISTÓRIA & UMA LIÇÃO DE HISTÓRIA
O livro “Escrito sobre a História” de Fernand Braudel (1902-1985) traz uma abordagem acerca dos tempos da História a partir do Mediterrâneo à época de Filipe II e as posições da História em 1950. Em seguida traz a história e as outras ciências do homem, a exemplo das Ciências Sociais, da unidade e diversidade das ciências do homem, historia e sociologia, economia histórica, história serial sobre Sevilha e o Atlântico (1504-1650), a história social e a demografia e as dimensões da ciência do homem. Por fim traz a história e o tempo presente considerando o Brasil baiano onde o presente explica o passado e a história das civilizações no contexto de que o passado explica o presente. Outra obra de Fernand Braudel, “Uma lição de história” traz uma abordagem inicial acerca do Mediterrânio a partir da formação das culturas mediterrâneas, o homem biológico, o tempo bizantino, muçulmano, o Atlântico, a Europa, a galera, Salamina a Lepanto, séc. XIX e XX e as tensões, discutindo Veneza e Bizâncio, Istambul, Maomé e Carlos Magno, Biologia, Moscou, a autonomia dos povos mediterrâneos e a revolução francesa. Em seguida aborda o capitalismo considerando a economia política e a historia política, o capitalismo como um jogo de cartas marcadas, continuidade ou mutação, o capitalismo comercial e a produção industrial na Ásia antes de 1800, elementos endógenos do capitalismo indiano, brasileiro sob a ótica do crescimento ou desenvolvimento, técnica, ciência e sociedade e o capitalismo como inimigo do mercado, discutindo a história econômica, a revolução industrial da Idade Média, capitalismo com estrutura de camaleão, economia-mundo, estado e capitalismo, o exemplo indiano e viático para o futuro. Logo após aborda a França a partir da História, os primeiros camponeses, os países e a nação francesa, teoria ecológica das localizações industriais, a arvore dos cargos e funções da França e discutindo a historia, a geografia e o povoamento, o papel das finanças sob o antigo regime. Por fim traz as oficinas acerca da visão filmica da história, filme e contra-história, o filme agente da história, a França sob a ótica da demografia e da política e a antropologia da França.
FONTES: BRAUDEL, Fernand. Uma lição de história. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1989. ______. Escritos sobre a história. São Paulo: Perspectiva, 1992.
MANUAL DE CALIFASIA, CALIFONIA, CALIRITMIA E ARTE DE DIZER – O poeta, cronista, jornalista, lexicógrafo, filólogo, ensaísta, tradutor e catedrático de Filologia da Universidade de São Paulo, Silveira Bueno (1898-1989) é autor do Manual de califasia, califonia, calittirmia e arte dizer para uso das escolas normais, ginásios oficiais, canto orfeônico e declamação, uma obra que aborda a correção das palavras, o valor dos sons portugueses, utilidades intelectual, moral, pedagógica, social e estética da califasia, as exigencias sociais da voz, a produção do som, o aparelho fonador, a voz humana, classificação das vozes no canto, deformidades e enfermidades do aparelho fonador, a respiração, movimentos do tórax, do diafragma, inspiração e expiração, espécies de respiração, os defeitos da voz, a pronunciação, o ritmo da frase, as elisões, encadeamento, ligações, a pontuação, a leitura expressiva, as palavras de valor, da cadência, a intensidade do movimento, o colorido na dicção, a leitura dos versos, os gestos, a cantarola, as sílabas, a cesura, a rima, a califonia e o aparelho acústico, a calirritmia e a prosódia, dentre outros assuntos abordados. FONTE: BUENO, Silbeira. Manual de califasia, califonia, calirritmia e arte de dizer. São Paulo:Saraiva, 1958.
MERCADO EDITORIAL BRASILEIRO: A ARTE DE ESCREVER E PUBLICAR UM LIVRO – TEMAS: O Livro no Brasil. Os custos e as etapas de produção de um livro. Papel, formatos e a invenção de Gutenberg. O Livro e a Biblioteca Nacional - Registro de Direito Autoral. ISBN. Ficha Catalográfica. Depósito Legal. O mercado editorial brasileiro. O Processo de criação. Escolhendo um tema. Público-alvo. Preparação de originais. Revisão. Leitura crítica e Agenciamento literário. Etapas de uma produção editorial. Distribuição e comercialização da obra. Divulgação e Assessoria de imprensa. PÚBLICO ALVO: Profissionais e futuros profissionais de editoras, jornalistas, estudantes de jornalismo, editoração e comunicação, autores, novos autores, bibliotecários e outros interessados. Dia: 07 de junho de 2008 - (sábado) Horário: das 9h às 13h 30 Vagas Preço Único: R$ 85,00 ATENÇÃO: Todos os participantes receberão grátis um exemplar da obra: GUIA DO PROFISSIONAL DO LIVRO - Informações importantes para quem quer escrever e publicar um livro. Sala de aulas: Rua Mourato Coelho, 393 conjunto 1 (esquina com Teodoro Sampaio) Bairro de Pinheiros, São Paulo, SP Estacionamento em frente no Pão de Açucar. Telefone: (11) 3034-2981 Docentes: Maria Esther Mendes Perfetti - Graduada em Biblioteconomia e pós-graduada em Gerência de Sistemas e Serviços de Informação. Seu primeiro contato com os livros e alunos veio com o trabalho em biblioteca escolar no colégio Rainha da Paz de 1976 a dezembro de 1990, em São Paulo. De fevereiro de 1991 a junho de 2005 coordenou o Centro de Documentação da Editora Scipione do Grupo Abril Educação e atuou junto ao Departamento Editorial selecionando e encaminhando originais de livros para análise. É editora do portal Parceiros do Livro, Diretora da J&M Consultoria de Negócios com Livros e Coordenadora da Escola do Escritor. É co-autora do Guia do Profissional do Livro - Informações importantes para quem quer escrever e publicar um livro. João Scortecci - Escritor, Editor, Gráfico e Livreiro. Diretor-Presidente do Grupo Editorial Scortecci. Foi conselheiro da CNIC, Área de Humanidades, Lei Rouanet, do Ministério da Cultura, de 1997 até 2006. Foi diretor da União Brasileira de Escritores, em três gestões e atualmente é membro do conselho da entidade. Foi ainda Diretor-Adjunto e Vice-Presidente Administrativo e Financeiro da Câmara Brasileira do Livro, em três gestões. É pioneiro no Brasil na implantação de Sistemas de Impressão de livros sob Demanda e em Pequenas Tiragens. Presta consultoria para empresas de médio e grande porte no setor editorial e gráfico através da J&M Consultoria, além de fazer parte do GEDIGI da Abigraf - SP. É editor do portal Amigos do Livro, co-editor do portal Impressão Digital e co-autor do livro Guia do Profissional do Livro - Informações importantes para quem quer escrever e publicar um livro. ESCOLA DO ESCRITOR escoladoescritor@escoladoescritor.com.br & www.escoladoescritor.com.br Telefone: (11) 3034-2981
I FORUM DE MÍDIA LIVRE – Estão abertas as inscrições para o I Fórum de Mídia Livre, que ocorrerá no Rio de Janeiro, dias 14 e 15 de junho, e reunirá participantes de todo o País. O evento é parte de uma ampla mobilização de jornalistas, acadêmicos, estudantes e ativistas e demais interessados pela democratização da comunicação, em defesa da diversidade informativa, do trabalho de colaboração nos novos meios e sua expansão, bem como da garantia de amplo direito à comunicação. A mobilização começou em uma reunião em São Paulo envolvendo 42 jornalistas, estudantes, professores ou pessoas atuantes na área das comunicações, de diferentes regiões do Brasil, e teve prosseguimento em reunião em Porto Alegre, com a presença de 49 pessoas, e na ABI, no Rio de Janeiro, com 32 presentes. A partir destes encontros já foram realizadas reuniões em Belém, Fortaleza, Recife e Aracaju. Veja o site do evento (http://forumdemidialivre.blogspot.com/). Programação - O I Fórum de Mídia Livre acontecerá dias 14 e 15 de junho de 2008 (sábado e domingo), das 9h às 17h (com pausas entre os debates e grupos de trabalho). Será realizado no campus da UFRJ da Praia Vermelha, no Auditório Pedro Calmon do Fórum de Ciência e Cultura (FCC) e salas anexas. Endereço: Avenida Pasteur, 250 – Praia Vermelha. O Auditório Pedro Calmon fica no segundo andar do FCC. Inscreva-se já e participe dos debates: http://forumdemidialivre.blogspot.com/
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TV DIGITAL - Com objetivo de suprir carência de profissionais na área, universidade abre inscrições para curso no segundo semestre. Para suprir a carência de profissionais com capacitação na área, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul abre inscrições no segundo semestre de 2008 para o primeiro curso de especialização em tecnologias multimídias com ênfase em TV Digital. O currículo aborda desde desenvolvimento de aplicativos para TV Digital e IPTV, dispositivos de convergência digital - como gateways residenciais – a telefonia fixa, móvel, VoIP e redes wireless e cabeada. As aulas ocorrerão às sextas-feiras à noite e sábados de manhã, num total de 360 horas-aula obrigatórias. As inscrições vão até 13 de junho, via sedex, ou 20 de junho, na secretaria do Instituto de Informática da UFRGS. Mais informações sobre o curso podem ser encontradas no site da universidade.
MARC BLOCH – APOLOGIA DA HISTÓRIA OU O OFICIO DE HISTORIADOR, obra que aborda inicialmente a história, os homens e o tempo considerando a escolha do historiador, a historia e os homens, o tempo histórico, o ídolo das origens e o passado e presente. Em seguida trata sobre a observação histórica considerando as características gerais da observação histórica, os testemunhos e a transmissão dos testemunhos. Logo após a crítica considerando o esboço de uma historia do método critico, em busca da maestria e do erro e a tentativa de uma lógica do método crítico. Por fim a análise histórica tratando acerca de julgar ou compreender, da diversidade dos fatos humanos à unidade de Constancia e a nomenclatura. FONTE: BLOCH, Marc. Apologia da História ou o oficio de historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
IV PAINEL DO INSÓLITO FICCIONAL - inscrições para comunicações até 20 de junho SePEL.UERJ-Seminário Permanente de Estudos Literários Projeto de Extensão universitária que promove cursos livres, eventos e publicações acadêmico-científicos Grupo de Pesquisa/Diretório CNPq "Estudos Literários: Literatura; outras linguagens; outros discursos" Núcleo de Desenvolvimento Lingüístico (http://programandl.blogspot.com) Publicações Dialogarts (http://www.dialogarts.uerj.br) IV Painel Reflexões sobre o Insólito na narrativa ficcional: tensões entre o sólito e o insólito 22, 23 e 24 de setembro de 2008 Instituto de Letras da UERJ RAV 112 / Bloco F Rua São Francisco Xavier, 524, 11º andar Maracanã, Rio de Janeiro, RJ Informações importantes sobre o evento em: http://insolito-ficcional.blogspot.com IV Painel Reflexões sobre o Insólito na narrativa ficcional: tensões entre o sólito e o insólito "Toda literatura é insólita!" O IV Painel Reflexões sobre o Insólito na narrativa ficcional terá como temática específica as tensões entre o sólito e o insólito, privilegiando aspectos da construção e da recepção narrativas e a produção ficcional destinada aos públicos infantil e juvenil.
REDES DA CRIAÇÃO - As redes tecidas pelo processo de criação geram discussão no Itaú Cultural Até 15 de junho Local: Av. Paulista, 149 – Itaú Cultural – São Paulo/SP Entrada franca em todas as atividades www.itaucultural.org.br DESTAQUES: Em 142 horas e meia, ao vivo, o artista plástico Paulo Almeida produzirá uma obra em constante mutação sobre uma tela de 250 cm x 700 cm; Arrigo Barnabé, Maria Bonomi, Ignácio de Loyola Brandão, Lisette Lagnado, grupo musical Uatki e Jogando no Quintal são alguns dos convidados para o evento. Redes da Criação A atividade discute o processo de criação em suas diversas manifestações: arte, literatura, mídia e ciência. Muito tem sido dito sobre este tema, o que levou à banalização e gerou a irônica pergunta: Então agora tudo é processo? O evento, uma resposta a esta provocação, propõe uma crítica de processo, que é sustentada por reflexões sobre a complexidade das redes da criação. A proposta de Redes da Criação está relacionada ao fenômeno da emergência - geração processual de resultados imprevisíveis - que será tema da próxima exposição Emoção Art.ficial 4.0, com abertura prevista para o dia 1º de julho de 2008. DEBATES Oficinas Literárias e a Criação em Prosa Dia 3 de junho, terça-feira 19h30 sala itaú cultural Com João Silvério Trevisan e Raimundo Carrero. Participação de João Carrascoza e Marcelino Freire. Escritores e oficineiros, discutem suas propostas de ensino da criação e seus processos criativos. Não Verás País Nenhum – A Realidade Construída Dia 4 de junho, quarta-feira 19h30 Sala itaú cultural Com o escritor e jornalista Ignácio de Loyola Brandão O escritor e jornalista apresenta sua documentação produzida ao longo da escritura de “Não Verá País Nenhum”. Making Of como Território de Documentação Dia 11 de junho, quarta-feira 19h30 Sala itaú cultural Com as cineastas Tata Amaral e Caru Alves de Souza. As cineastas apresentam a documentação do processo de criação de “Antonia”, com enfoque na produção do making of, que integra o DVD do filme. A “Fórmula do Sucesso” e o Ouvinte de Rádio Dia 12 de junho, quinta-feira 19h30 Sala itaú cultural Com a musicista e pesquisadora Silvia de Lucca A musicista e pesquisadora apresenta sua pesquisa da construção do produto musical de sucesso nas rádios de São Paulo, com enfoque nas molduras realizadas pela fala dos locutores, que induzem certo modo de recepção por parte dos ouvintes. Participação de Sérgio Nader. ESPETÁCULOS-OFICINAS Arrigo Barnabé - Além de 12 sons Dia 6 de junho[sexta-feira] 19h30 Sala itaú cultural Arrigo Barnabé comenta seu processo de composição. Mostrará como utilizou a série de 12 sons em seu trabalho e como chegou a esse "estilo" trabalhando com dissonâncias e estruturas rítmicas diferenciadas. Nem Uma Linha Só Minha Dia 7 de junho [sábado] 19h30 Sala itaú cultural Performance intermídia do poeta e designer sonoro Ricardo Aleixo, com participações do bailarino Alexandre Tripiciano e do músico e artista plástico Benedikt Wiertz. Fundindo elementos de poesia vocal, rádio-arte, text-tanz, capoeira, videopoesia e improvised music, os três artistas instauram no palco um jogo de contínuas improvisações, em que a meta é o estabelecimento de aproximações infra-estruturais entre os elementos das várias linguagens. Jogando no Quintal (encerramento) Dias 13 sexta, 14 sábado e 15 domingo de junho 19h30 Sala itaú cultural Um grupo formado por artistas que se dedicam à pesquisa permanente da linguagem do palhaço e da técnica de improvisação teatral. Um espetáculo feito por artistas de espectadores, com toda ambientação de um jogo de futebol: hino de clube, placar, bandeiras, juiz, jogadores e torcida. Contato Luiz Pedreira Jr. | Comunicação Dirigida | Itaú Cultural tel 11 8405-4664 | visuart@comunicacaodirigida.com.br
ERIC HOBSBAWM – SOBRE HISTÓRIA - ERIC HOBSBAWM é um historiador marxista egípcio reconhecido internacionalmente e autor, dentre outras importantes obras, do livro “SOBRE HISTÓRIA”, um dos últimos trabalhos reunindo ensaios publicados pelo autor, onde ele analisa o significado e os compromissos envolvidos na tarefa da escrita da história. Com clareza e erudição, Hobsbawm, refletindo o papel do historiador, analisa problemas pertinentes para atualidade como a indefinição das identidades nacionais na Europa e o uso ideológico do discurso histórico naquela realidade. O livro também analisa o legado de 150 anos do Manifesto Comunista, a herança de Marx aos historiadores, a revolução bolchevique, as relações entre história e economia e a noção de progresso no conhecimento histórico, entre outras questões. Por fim, o livro que aborda a História e o sentido do passado, a sociedade contemporânea, a previsão do futuro, se os estudos históricos progrediram, da história social à história da sociedade, historiadores e economistas, engajamento, Karl Marx, todo povo tem história, pós-modernismo na floresta, a volta da narrativa, a história britânica e os Annales, a história de baixo para cima, o presente, história da Revolução Russa, barbárie, manual do usuário, não basta a história de identidade e o Manifesto Comunista.
FONTE: HOBSBAWM, Eric. Sobre historia. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.