Sexta-feira, Janeiro 06, 2012

DIREITO AUTORAL E EDUCAÇÃO



DIREITO AUTORAL E EDUCAÇÃO – Para quem está pesquisando acerca do direito constitucional à educação e a flexibilização legal do Direito Autoral para fins educacionais, recomendo as seguintes leituras:

POR QUE MUDAR A LEI DE DIREITO AUTORAL? – A obra “Por que mudar a Lei de Direito Autoral? Estudos e Pareceres”, organizado por Marcos Wachowicz e colaboração de Alexandre Pesserl, Denis Borges Barbosa, Gert Wurtenberger, Guilherme Coutinho, José de Oliveira Ascensão, Karin Grau-Kuntz, Luiz Gonzaga Adolfo e Newtin Silveira, aborda questões sobre estudos para a Lei Autoral, dos direitos do autor, das obras intelectuais, da utilização de obras intelectuais e fonogramas, dos direitos conexos, das associações de titulares de direirtos de autor e dos que lhe são conexos, das sanções às violações dos direitos autorais, clausulas gerais de harmonização dos direitos autorais com outros diplomas legais, a proposta do Minc de reforma da LDA, supervisão de gestão coletiva na reforma da LDA, proposta de reforma da lei dos direitos autorais do Brasil no enquadramento internacional, nota ao anteprojeto de lei para reforma da LDA submetido à consulta pública pelo MinC, notas sobre os sistemas de direito de autor brasileiro e alemão, tendo em consideração a perspectiva de reforma das legislações vigentes e a procura de equilíbrio de interesses e breve análise do projeto de nova lei de direito autoral e sugestões do GEDAI-UFSC.

Fonte:
WACHOWIC, Marcos (Org.). Por que mudar a lei de direito autoral? Estudos e pareceres. Florianópolis: FUNJAB, 2011.

MANUAL DE DIREITO AUTORAL – A obra “Manual de direito autoral” de Carlos Rogel Vide e Victor Drummond, trata do direito de autor e propriedade intelectual, objeto da propriedade intelectual, os sujeitos do direito de autor, o conteúdo da propriedade intelectual e os chamados direitos morais do autor, os chamados direitos de exploração e outros direitos, os limtes do direito de autor, duração e obras de domínio público, a transmissão dos direitos de exploração e sua teoria geral, o contrato de edição, obras teatrais e musicas com os contratos de representação para a área, as obras audiovisuais e os contratos relacionados, os programas de computador, a internet e direitos de autor, entre outros.

Fonte:
VIDE, Carlos Rogel; DRUMMOND, Victor. Manual de direito autoral. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2010.

ESTUDOS DE DIREITO DE AUTOR NO CONSTITUCIONALISMO CONTEMPORÂNEO – A obra “Estudos de direito de autor no constitucionalismo contemporâneo”, organizada por Jorge Renato Reis, Salete Oro Boff, Felipe da Veiga Dias, Grace Kellen de Freitas Pellegrini e Stella Monson Tolotti, trata da evolução histórica do direito de autor, a proteção constitucional e legal do direito de autor, a constitucionalização do direito privado brasileiro na perspectiva do direito autoral, a função social do direito de autor, o direito de autor e as novas tecnologias e a cultura remix, bem como o principio do uso justo como alternativa às restrições legais.

Fonte:

REIS, Jorge Renato et al. Estudo de direito de autor no constitucionalismo contemporâneo. Curitiba: Multideia, 2011.

DIREITO DIGITAL – A obra “Direito digital” de Patricia Peck Pinheiro trata da invenção do rádio à convergência de mídias, os reflexos comportamentais das mudanças tecnológicas, os conceitos que constituem a estrutura fundamental do pensamento jurídico, a sociedade digital, a evolução do direito digital, os novos institutos, a responsabilidade civil e o dano moral no direito digital, os principais tipos de usuários de tecnologias e seus impactos no direito, contratos na era digital e os contratos específicos de TI, as boas pratriva para Service Level Agreement (SLA), arbitrgam e o novo profissional do direito.

Fonte:
PINHEIRO, Patricia Peck. Direito digital. São Paulo: Saraiva, 2011.

PEDRO DEMO - UNIVERSIDADE, APRENDIZAGEM E AVALIAÇÃO: HORIZONTES RECONSTRUTIVOS – A obra Universidade, aprendizagem e avaliação: horizontes reconstrutivos, de Pedro Demo, aborda questões acerca da aprendizagem e do conhecimento a partir da educação, do ensino, da política de aprendizagem, da qualidade formal e política, do professor universitário, das alternativas de eniversidade, o ensino na universidade e o desafio da aprendizagem e da avaliação na ótica dos cursos à distância.

Fonte:
DEMO, Pedro. Universidade, aprendizagem e avaliação: horizontes reconstrutivos. Porto Alegre: Mediação, 2004.

ERRO E FRACASSO NA ESCOLA – A obra Erro e fracasso na escola: alternativas teóricas e práticas, organizado por Julio Grappa Aquino e reunindo textos de José Sérgio Fonseca de Carvalho, Yves de La Taille, Marta Kohl de Oliveira, Heloysa Dantas de Souza Pinto, Adriana Marcondes Machado, Marli André e Laurizete Passos, Sandra Maria ákia Lian Souza, José Carlos Mendes Manzano e Nívia, abordando temas como as noções de erro e fracasso no contexto escolar, o erro na perspectiva piagetiana, as diferenças individuais e culturais, as fontes do erro, avaliação e fracasso, o mal-estar na escola contemporânea, para além do fracasso escolar, avaliação escolar e democratização e antonomia da escola como contriobuição á redução do fracasso escolar.

Fonte:
AQUINO, Julio Groppa. Erro e fracasso na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1997.

A TEORIA DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA – A obra A teoria da aprendizagem significativa e sua implementação em sala de aula, de Marco Antonio Moreira, trata de temas abordando as idéias de David Ausubel, os mapas conceituais, diagramas como recurso instrucional e curricular, organizadores prévios como recursos didático, a teoria de educação de Novak e o modelo de ensino-aprendizagem de Gowin, a organização do ensino à lu da teoria da aprendizagem significtiva, entre outras abordagens.

Fonte:
MOREIRA, Marco Antonio. A teoria da aprendizagem significativa e sua implementação em sala de aula. Brasilia: UnB, 2006.

AVALIAÇÃO – O livro Avaliação: novos tempos, novas políticas de Edmar Henrique Rabelo, trata do instrumento diagnóstico, a proposta de organização pedagógica, o ensino e a aprendiozagem empirista, racionalista, relativista, sobre a avaliação e um relato de experiências acerca da avaliação.

FONTE:
RABELO, Edmar Henrique. Avaliação: novos tempos, novas práticas. Petrópolis: Vozes, 1998.

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